Inventam teste de câncer de próstata através da urina

Pesquisadores inventaram um teste de urina que permite saber os riscos do câncer da prostata com mais eficâcia do que o atual PSA. A descoberta já está sendo comemorada no mundo científico, pois trará grandes benefícios.

O câncer de próstata é uma terrível ameaça para os homens. Conhecer os riscos antes que a doença apareça é a melhor maneira de combater a doença. Estatísticas mostram que há até quatro homens europeus com variação genética.  O câncer de próstata pode aparecer em até 50 por cento deles.

Atualmente é feito um teste preliminar, chamado PSA . O teste feito com  com sangue do paciente mostra se houve aumento da próstata. Se aconteceu isso, os médicos consideram a possibilidade de ser um sinal de câncer na próstata.

O teste de urina inventado por cientistas da Cancer Research UK Cambridge Research Institute e do Institute of Cancer Research é mais barato do que o PSA e seus resultados são duas vezes mais precisos .

Dr. Hayley Whitaker de Cambridge Cancer Research UK’s Research Institute, que liderou o estudo  publicado jo Journal PLoS One, disse:

“A proteína é fácil de detectar porque é encontrada na urina. É um teste muito simples para ser realizado em homens. Identifica aqueles com maior risco de desenvolver cancer na prostata. Os homens são como as mulheres – não gostam de agulhas “.

DR Kate Holmes gerente de pesquisa da The Prostate Cancer Charity, disse:

“Dadas as conhecidas limitações do teste de sangue PSA, encontrar uma técnica para diagnosticar com precisão o câncer de próstata é o Santo Graal da pesquisa sobre a doença. Por esta razão esses resultados são potencialmente emocionantes.


Padre afirma que “morte é tabu na sociedade atual”

O padre e professor de filosofia Anselmo Borges afirmou hoje que a morte atualmente é considerada “um tabu”, como há anos foi o sexo, e quando se fala dela é daquela que não há, “da acadêmica”.

“O que é tabu é a minha morte. Vivemos e fazemos discursos como se a morte não existisse, porque vem evidenciar que o homem não é omnipotente”, sustentou, ao proferir uma conferência em Coimbra no simpósio “(Com)Viver com a morte”. Leia o restante »


Solteiros e casados infelizes correm mais risco de AVC

Se você é solteiro, case logo, assim estará livre da estatística que mostra que solteiros correm mais risco de sofrer acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como “derrame”. Mas se você casar e for infeliz no casamento, corre o mesmo risco dos solteiros. É o que revela revela pesquisa divulgada na quarta-feira (24) nos EUA.

O estudo foi divulgado na conferência internacional sobre derrame organizada pela Associação Americana Derrame. Os pesquisadores avaliaram dados recolhidos em pesquisa sobre doenças cardiovasculares feita há 50 anos com mais de 10 mil homens.

Eles analisaram informações antigas com registro de mortalidade nos anos seguintes, comparando com dados recentes. Concluíram que o risco de homens solteiros morrerem de derrame era 64% maior do que os casados.

Posteriormente, direcionaram sua atenção para homens casados. Perguntaram se eram felizes no casamento. Descobriram que os que eram infelizes corriam o mesmo risco de AVC ou derrame que os solteiros.

Ou seja, solteiro ou casado infeliz pode morrer mais depressa vítima de AVC ou derrame.


Sapo pode trazer cura da leishmaniose e doença de Chagas, segundo pesquisa

Surge uma boa notícia para a cura da leishmaniose visceral, doença que está avançando bastante no Brasil, tendo aumentado 61% entre 2001 e 2006. A doença, para a qual não foi desenvolvido novo medicamento desde 1912, é fatal em mais de 90% dos casos sem tratamento.

Segundo artigo da Agência FAPESP/Fábio de Castro:

A solução para o problema pode estar na secreção da pele do sapo-cururu (Rhinella jimi). Um estudo de bioprospecção realizado por um grupo de pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz e do Instituto Butantan isolou, a partir do veneno do sapo, dois esteróides ativos capazes de destruir a leishmânia, o parasita causador da doença, sem causar danos às células de mamíferos. Uma das moléculas também mata o Trypanosoma cruzi, que causa a doença de Chagas.

Apoiado pela FAPESP na modalidade Auxílio Regular a Pesquisa, o estudo foi coordenado por André Tempone, do Laboratório de Toxinologia Aplicada do Departamento de Parasitologia do Instituto Adolfo Lutz. Os resultados foram publicados na revista Toxicon.

“O foco do nosso laboratório são as doenças negligenciadas. O objetivo desse projeto era estudar os venenos de diversos anfíbios como ferramenta para a busca de novos fármacos. Depois de uma triagem feita com diversos animais, elegemos o sapo-cururu, já que ele mostrava aspectos interessantes para bioprospecção”, disse Tempone à Agência FAPESP.

Segundo ele, o laboratório do Adolfo Lutz prefere estudar metabólitos secundários como esteróides e alcalóides. “Essas moléculas são mais interessantes do ponto de vista farmacêutico, por serem menores e mais fáceis de sintetizar”, explicou.

Depois de eleger o sapo-cururu, os pesquisadores se dedicaram a todas as etapas de isolamento das moléculas. “A glândula parotóide do sapo conta com uma quantidade imensa de veneno, que tem uma toxicidade imensa. Mas, com a purificação da molécula ativa, eliminamos a parte tóxica e testamos o elemento ativo no parasita”, disse Tempone.

As duas moléculas isoladas foram a telocinobufagina e a helebrigenina. Ambas se mostraram ativas contra a leishmânia. A segunda, também para o Trypanosoma cruzi. “Curiosamente, descobrimos na literatura que a telocinobufagina é produzida também pelo organismo humano. Não foi muito estudada, mas possivelmente tem funções no controle da pressão sangüínea”, apontou.


Estudo sugere que antidepressivo pode ajudar contra câncer e HIV

Estudo sugere que antidepressivo pode ajudar contra câncer e HIV
Uma ótima notícia para quem busca tratamento vem de um estudo conduzido por pesquisadores americanos.

O estudo sugere que os antidepressivos podem ajudar o sistema imunológico a lutar contra doenças graves, como câncer e HIV/Aids, conforme matéria publicada na BBC :

Os cientistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, afirmam que as células brancas – que uma vez instaladas em células infectadas provocam sua autodestruição – podem ser mais eficazes sob o efeito de antidepressivos.

A pesquisa foi motivada por estudos anteriores que concluíram que o estresse e a depressão podem acelerar os malefícios do câncer e do vírus HIV.

Para testar a hipótese de que os antidepressivos podem ajudar no combate dessas doenças, os especialistas recrutaram um grupo de mulheres infectadas com o vírus HIV. Algumas apresentavam quadro depressivo e outras não.

As voluntárias foram tratadas com três medicamentos contra depressão e estresse.

Dois deles, o citaloprama e a antagonista de substância P CP – 96345, aumentaram a atividade das células do sistema imunológico. Já o terceiro antidepressivo, o esteróide RU 486, não produziu efeitos.

“A pesquisa nos fornece evidências de que as funções das células de defesa podem ser ampliadas sob o efeito de inibidores específicos da recaptação da serotonina em pacientes depressivos e não-depressivos”, disse o coordenador da pesquisa, Dwight Evans.

O estudo foi publicado na revista especializada Biological Psychiatry.


Células troncos feitas com células dos pacientes

Células troncos feitas com células dos pacientes
É impressionante o avanço da ciência nestes últimos anos, aumentando a esperança para milhões de pessoas acometidas por doenças incuráveis.

Um exemplo disso, foi a notícia publicada na BBC, falando que cientistas americanos retiraram células da pele de pacientes com oito doenças diferentes e as transformaram em células-tronco.

A pesquisa realizada pela Harvard Medical School, dos Estados Unidos, indica que os cientistas estão agora mais próximos de usar células-tronco dos próprios pacientes para tratá-los.

Segundo a notícia:

As células foram criadas a partir de tecidos de pacientes com males como doença de Huntington e distrofia muscular.

As chamadas células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês) são células adultas criadas para agir como células embriônicas, ou seja, têm a habilidade de desenvolver em qualquer célula do corpo humano.

As células dos tecidos retirados dos pacientes são induzidas a retornar à sua forma embriônica e, depois, redirecionadas para se tornarem células específicas de cada órgão.

O pesquisador Willy Lensch, da Harvard Medical School, disse que a técnica tem um potencial incrível e poderia ajudar os cientistas a entender os primeiros estágios de doenças genéticas.

Em princípio, essas células poderiam ser usadas para tratar várias doenças, desde diabetes à doença de Parkinson.

Além disso, a fórmula evitaria a controvérsia hoje existente em relação às células-tronco criadas a partir de embriões.

Mais informações


Óleo de bacalhau contra artrite

Uma boa notícia para você que tem artrite vem de um estudo da Universidade de Dundee, na Escócia.

Segundo os médicos, uma dose diária de óleo de fígado de bacalhau pode reduzir o uso de analgésicos em pacientes com artrite reumatóide, doença que provoca inflamação e fortes dores nas articulações.

A notícia, publicada na BBC, diz mais:

A ingestão de 10 gramas de óleo de fígado de bacalhau por dia reduziu a necessidade de medicamentos antiinflamatórios não-esteróides (AINEs) em 30%, de acordo com os pesquisadores.

Durante os testes, pacientes receberam óleo de fígado de bacalhau ou placebo e, depois de 12 semanas, foram instruídos a reduzir gradativamente seu uso de AINEs, como ibuprofen.

Do total de quase 60 pacientes que completaram o estudo, 39% puderam reduzir sua necessidade diária de AINEs em mais de 30% depois de nove meses. Do grupo que tomou placebo, isso ocorreu com apenas 10%.

A redução do uso do analgésico não foi associada a um agravamento da dor ou da doença, disseram os pesquisadores.

Acredita-se que ácidos graxos no óleo do peixe possuam propriedades antiinflamatórias.

A pesquisa foi motivada pelos efeitos colaterais dos AINEs. Há tempo já se sabe que, em doses elevadas, eles estariam ligados a sangramento no estômago. Recentemente, contudo, surgiram preocupações com um aparente aumento do risco de ataques cardíacos e derrame.

O estudo foi publicado na revista Rheumatology.


Até os espermatozóides morrem e perdem velocidade com a poluição


O estudo foi realizado pelo Departamento de Andrologia da universidade, que examinou homens jovens e saudáveis, com idade média de 29 anos, de varias regiões da Itália.

De acordo com a pesquisa, a quantidade de espermatozóides contidos em 1 mililitro de esperma diminuiu nos últimos 30 anos, passando de 71 milhões para 60 milhões.

Os cientistas verificaram também que na década de 70, 50% dos espermatozóides se movimentavam com rapidez. Trinta anos depois, esse percentual caiu para 32%.

“Essas diminuições não querem dizer que os homens ficaram estéreis, significa que a fertilidade deles corre maiores perigos”, disse à BBC Brasil o coordenador do estudo, professor Fabrizio Menchini Fabris.

“Isso é preocupante e tem repercussão na capacidade de fecundar, mas não sabemos em que percentual”, disse Fabris. “Ainda que tenham diminuído, os índices médios nacionais em homens saudáveis estão acima do nível patológico, segundo os critérios da Organização Mundial da Saúde.”

Velocidade de locomoção

O estudo mostrou que há uma relação entre fertilidade e poluentes ambientais. Em cidades grandes e poluídas como Milão, Roma e Nápoles, por exemplo, os homens correm mais riscos de diminuir a própria fertilidade do que os moradores de cidades pequenas.

“Nos grandes centros urbanos, em áreas poluídas por lixo industrial ou algumas zonas agrícolas onde usam pesticidas na agricultura, os espermatozóides são 20% menos velozes do que em cidades pequenas”, informou o coordenador da pesquisa, que será apresentada em setembro durante um congresso internacional de andrologia.

Segundo o professor Fabris, em cidades grandes, a produção de espermatozóides anômalos é 15% maior do que em cidades pequenas.

“A ligação entre infertilidade e poluição foi tratada por diversos estudos científicos. Nossos dados evidenciam a relação entre poluição e mobilidade dos espermatozóides. Maior poluição, menos mobilidade e mais anomalias”, explicou Fabris.

Com base nos dados da pesquisa, os italianos que moram em Nápoles, uma das cidades mais poluídas da Itália, têm espermatozóides 15% menos rápidos e saudáveis.

Entre os habitantes de Milão e de Roma, essa taxa é de 13% e 10%, respectivamente.

“Vivemos num mundo não favorável aos nossos espermatozóides. Eles estão alojados na parte externa do corpo, justamente porque a temperatura é mais baixa do que na parte interna. O aumento da temperatura e a poluição podem ter grande influência e alterar seus componentes”.

De acordo com a avaliação dos pesquisadores, em cidades com menos de 20 mil habitantes, os espermatozóides têm 14% mais chances de fecundar um óvulo.

Leia o restante da matéria na BBC


Gripe das aves: Investigadores japoneses na pista de vacina humana

Investigadores japoneses anunciaram hoje terem descoberto um método que poderá abrir caminho ao desenvolvimento de uma vacina humana contra a gripe das aves capaz de se manter eficaz em caso de mutação do vírus.

As vacinas existentes contra a doença, que se transmite a várias espécies, tornam-se inoperantes se o vírus mudar de forma, uma possibilidade que faz temer uma pandemia devastadora.

O método concebido pelos cientistas japoneses consiste em «visar o interior do vírus e não a superfície» porque, mesmo quando há mutação, o interior do vírus raramente muda – explica Tetsuya Uchida, investigador do Instituto Nacional para as Doenças Contagiosas do Japão.

O princípio consiste em injectar no paciente a imunizar um antigénio veiculado por lipossomas, que são minúsculas vesículas gordas cujas propriedades lhes permitem servir de vectores de transporte de substâncias a medicamentos ou cosméticos.

«O nosso objectivo é impedir que o vírus duplique», disse Uchida, segundo o qual «há uma possibilidade de isso poder conduzir a uma vacina eficaz contra numerosos vírus gripais».

Diário Digital


Conter a raiva é o segredo para acelerar o processo de cura, diz estudo


Você que está sempre com raiva de tudo até de você mesmo procure se regenerar, principalmente se estiver doente.

pesquisadores americanos concluíram um estudo segundo o qual as pessoas que controlam o sentimento de raiva se recuperam mais rapidamente de cirurgias.

Uma matéria da BBC Brasil intitulada “Conter a raiva acelera processo de cura, diz estudo”, dá maiores detalhes:

O estudo, publicado na revista especializada Brain Behavior and Immunity, indica que o estresse provocado pela raiva tem um impacto direto na velocidade com a qual o organismo se restabelece.

Os pesquisadores da Universidade Ohio monitoraram 100 pessoas que foram submetidas a um questionário para medir como controlavam seu temperamento.

Os autores do estudo observaram, então, com que velocidade eles se recuperaram de um ferimento no braço.

Os especialistas observaram que os voluntários de “cabeça quente” tinham quatro vezes mais chances de demorar mais do que quatro dias para sarar a ferida.

Hormônio do estresse

No questionário, os participantes responderam sobre as formas que usavam para expressar sua raiva: externamente, gritando com as pessoas, ou internamente, quando a pessoa fica remoendo o sentimento, sem aparentar a raiva.

De acordo com os pesquisadores, o fato de a raiva ser interna ou externa pouco influenciou na rapidez da cura. O que foi crucial, no entanto, foi a capacidade de controle dos voluntários sobre seus sentimentos.

O estudo mostrou que os voluntários com baixo controle da raiva produziram altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse que pode estar ligado ao retardamento da cura.

“A influência do estresse pode atrasar a cura, aumentando a chance de infecção no local do ferimento e retardando ainda mais a velocidade de recuperação do organismo”, disse Jean-Philippe Gouin, coordenador da pesquisa.

A equipe de pesquisadores procurou confirmar que a associação entre controle da raiva e cura não poderia ser explicada por outros fatores como o sono, a quantidade de exercício físico e o consumo de álcool.

O estudo sugere que o uso de técnicas terapêuticas, como relaxamento, poderia ajudar a controlar o sentimento de raiva.

Para outras notícias visite o site da BBC ou então dê uma espiada em O Brasileirinho e veja o vídeo com a denúncia do Greenpeace sobre aquecimento global.


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