O padre e professor de filosofia Anselmo Borges afirmou hoje que a morte atualmente é considerada “um tabu”, como há anos foi o sexo, e quando se fala dela é daquela que não há, “da acadêmica”.
“O que é tabu é a minha morte. Vivemos e fazemos discursos como se a morte não existisse, porque vem evidenciar que o homem não é omnipotente”, sustentou, ao proferir uma conferência em Coimbra no simpósio “(Com)Viver com a morte”. Leia o restante »


