Invento de câmara com formato de olho humano vai revolucionar fotografia digital

Notícia fantástica foi publicada na BBC acerca de uma nova invenção. Cientistas americanos dizem que desenvolveram uma câmera com o formato de um olho que pode revolucionar a fotografia digital e levar ao desenvolvimento de um olho biônico com um modelo próximo ao do órgão humano.

Em um estudo publicado na revista Nature, os pesquisadores dizem que solucionaram o antigo problema de como colocar componentes microeletrônicos em uma superfície curva para imitar a retina no olho humano, sem quebrá-los.Invento de câmara com formato de olho humano vai revolucionar fotografia digital

Os pesquisadores desenvolveram um material que forma uma espécie de malha flexível composta de pequenos quadrados que abrigam fotodetectores e componentes eletrônicos. Os quadrados são interligados por cabos que têm o equivalente a 1/100 da espessura de um fio de cabelo humano.

Parte do sucesso do artefato construído se deve à miniaturização de fotodetectores e elementos dos circuitos.

Os cientistas desenvolveram uma câmera de 2 centímetros de largura com uma única lente e um sistema de detecção de luz côncavo.

Curvatura

Segundo os pesquisadores americanos, a tecnologia pode dar ensejo a uma nova geração de câmeras com imagens mais nítidas.

“Os olhos dos animais não são assim (planos), a retina é curva”, disse o líder da pesquisa, John Rogers, da Universidade de Illinois, em Urbana-Champaign, nos Estados Unidos.

“Esta curvatura permite aos animais verem o mundo sem distorção – ao contrário de imagens produzidas com câmeras, que perdem o foco na periferia.”

Sobre a possibilidade de um olho biônico, os pesquisadores afirmam que, para se ligar uma câmera ao cérebro humano para restaurar a visão, são necessárias mais pesquisas.

No futuro, contudo, eles esperam que estas membranas eletrônicas possam ser colocadas em volta de órgãos humanos e usadas para monitorar seu estado de saúde, dizem os cientistas.


Moto projetada por um holandês para deficientes

Acredito que não há limitações que impeçam o ser humano de se locomover e comunicar com outros. A menos que a pessoa seja um grande pessimista.

Notícia da BBC mostram uma moto de nome Martin Conquest 1200 que foi fabricada em série exclusivamente para deficientes físicos. Usuários de cadeiras de rodas podem entrar até uma plataforma automática. Todos os controles da moto são manuais.

O projetista do veículo é o holandês Peter van Nooy, que perdeu os movimentos da cintura para baixo em um acidente de moto há 18 anos.

Van Nooy desenvolveu o projeto em colaboração com a empresa britânica Martin Conquest.

“Como essa moto é para cadeiras de roda, eles precisavam de alguém para ajuda-los a desenvolvê-la direito, porque seria muito difícil para alguém que não é deficiente fazer isso”, diz o holandês.

Assistam ao vídeo


Invenção do século: uma gangorra que gera energia

Invenção do século: uma gangorra que gera energia
Gangorra poderia iluminar uma classe em cinco minutos

Vejam só a importância da criatividade de um jovem britânico. Ele inventou uma gangorra que gera eletricidade suficiente para iluminar uma sala de aula, e vê no artefato uma solução para problemas de abastecimento em áreas da África.

A matéria publicada na BBC comenta a invenção:

A gangorra, concebida pelo estudante de design Daniel Sheridan, da Universidade de Coventry, na Grã-Bretanha, transfere a energia gerada pelo movimento ascendente e descendente da criança que brinca para uma unidade de armazenamento, através de um cabo subterrâneo.

O aluno recebeu o equivalente a pouco mais de US$ 10 mil para desenvolver a idéia em um concurso universitário e diz que pretende usar o dinheiro para criar um protótipo.

A inspiração para criar o artefato surgiu durante uma viagem para trabalhar como voluntário em uma escola no sul de Mombasa, no Quênia, no ano passado. O jovem de 23 anos ajudou a construir a escola e deu algumas aulas.

“Vimos muitas crianças que adoravam brincar, sua energia, sua vibração. Eu pensei que seria ótimo usar isso de alguma forma”, afirmou.

“A necessidade de energia elétrica na África Subsaariana é incrível. Sem energia, o desenvolvimento é extremamente difícil.”

“O potencial para este produto é enorme e o design poderia beneficiar várias comunidades na África e além.”

Sheridan calcula que cinco a dez minutos de uso da gangorra podem gerar eletricidade suficiente para iluminar uma sala de aula durante uma noite, por exemplo.

Muitas escolas na África que abrem suas portas no período noturno para alunos mais velhos são iluminadas apenas por velas e lâmpadas de querosene.

Mas, como a energia gerada pela gangorra pode ser armazenada, os seus proprietários podem decidir o quanto desejam utilizar a cada momento.

Agora Sheridan vai viajar para uma aldeia perto da cidade de Jinja, em Uganda, onde vai testar e finalizar o protótipo usando peças adquiridas localmente.

“Eu adoraria projetar um playground inteiro com peças diferentes de equipamento que podem gerar eletricidade suficiente para alimentar uma aldeia inteira.”