Jovem empresário Sérgio Veiga cria rede social de desportos radicais

Qualquer um de nós, que se disponha a parar um pouco para pensar, exercer a criatividade, pode criar alguma coisa que ainda não existe e divulgá-la por este imenso mundo, através da internet.

O jornal português Diário Digital, divulgou a seguinte notícia:

O jovem empresário português Sérgio Veiga, 24 anos, abriu hoje na Internet a versão beta de uma rede social vocacionada para reunir os amantes dos desportos radicais de todo o Mundo.

Sérgio Veiga disse à agência Lusa que o projecto “stream19″ Esportes Radicais pretende ser “uma ferramenta que permita aos jovens que pratiquem desportos radicais facilmente conhecer e trocar experiências com outros jovens com os mesmos interesses na sua região”.

O projecto visa também estimular a prática de exercício físico e seleccionar os melhores desportistas radicais de cada local, através do concurso “King of the Spot”.

“Após uma fase ‘alpha’ de dois meses, conseguimos geo-referenciar mais de 2.000 lugares a uma escala global, reunindo informação diversa, bem como fotos e vídeos de cada um destes locais”, disse Sérgio Veiga.

A versão beta da rede abriu hoje à tarde com cerca de uma dezena de membros, de Portugal e dos Estados Unidos, praticantes de desportos tão diversos como skate, BMX, esqui, surf e bodyboard.


O sucesso do Jornalismo Online é motivo de debate

O Jornalismo Online está fazendo tanto sucesso que já é motivo de debates em vários países.

Um exemplo disso foi o IX Simpósio de Jornalismo Online, realizado no fim-de-semana, em Austin, no Texas.

Ali reuniram-se autoridades no assunto para analisarem porque os consumidores de informação procuram mais do que palavras nas notícias online, já que preferem vídeo, áudio, conteúdos interactivos e infografias.

Segundo o jornal Diário Digital, durante dois dias, sexta-feira e sábado, a Universidade de Austin, no Texas, recebeu catedráticos, jornalistas e profissionais dos meios de comunicação social para um debate que se debruçou sobre as novas tendências do jornalismo na era da Internet.

«Já não é só o áudio e vídeo. As pessoas precisam de algo para fazer», disse Alberto Cairo, professor da Universidade da Carolina do Norte, na sua intervenção no painel «Algo para as pessoas fazerem: Multimédia e Interactividade».

O mesmo professor indicou que são as infografias que enriquecem conteúdos e fazem-no em três níveis: «instrução, manipulação, exploração», mas reconheceu que, embora os «sites» encham as suas páginas de funcionalidades gráficas, que estimulam o leitor, ainda há espaço para a narrativa linear.

A directora de projectos interactivos da MSNBC.com, Paige West, afirmou que já nem se coloca a questão da interactividade.