“Compsognathus” era o dinossauro campeão em velocidade

Normalmente pensamos que quanto maior o dinossauro, maior sua velocidade. Na verdade, ´compsognathus´, o dinossauro bípede do tamanho de uma galinha, era o mais veloz do mundo. Ele viveu a 150 milhões de anos e corria até 64 quilômetros por hora. O resultado da pesquisa está em ´Proceedings of the Royal Society B’.

Reconstrução do ‘Compsonathus’(AGE)
A conclusão é de um grupo de cientistas da Universidade de Manchester. Eles usaram simulações feitas por computador de alta capacidade para estimular a velocidade que poderiam alcançar dinossauros como ‘velociraptor’, ‘tiranosaurio rex’ e o ‘alosaurio’.

E o resultado foi surpreendente: “compsognathus”, o menor de todos, que pesava apenas três quilos, ganhou do `tiranossauro” um bicho de seis mil quilos.

Bem dizem por aí que “tamanho não é documento”.


Cientistas descobrem que dinossauros além de voar sabiam nadar

Esta notícia é interessante, porque é uma informação nova acerca do mundo dos dinossauros. O que todos sabiam, até o momento, é que eles eram capazes de voar, porém os cientistas descobriram, recentemente, que eles também podiam nadar com desenvoltura.

Uma equipe de pesquisadores encontraram doze rastros de um mesmo dinossauro. Segundo a revista Geology, da Sociedade Americana de Geologia, este dinossauro era voador e os rastros deixados por ele eram idênticos aos que foram encontrados no fundo de uma lagoa, nos arredores onde vivia.


O rastro revelador forma seis pares assimétricos de arranhões a um ponto médio de 50 centímetros de longitude, por 15 de largura. O espaço entre eles sugere que o dinossauro dava passos a um intervalo entre 2,43 e 2,71 metros, a uma profundidade de uns 3,2 metros dentro da lagoa, como indicam os sedimentos.

A matéria original foi escrita por Rosa M. Tristan e publicada em espanhol, no jornal El Mundo.

O Brasileirinho


O dinossauro do chifre curvado

Um dinossauro de 78 milhões de anos, segundo os cientistas e até agora desconhecido, vivia no sudoeste do Canadá, exibindo seus chifres grossos e curvados que serviam para defesa e também como chamariz sexual.

Pelo menos é esta a teoria de Michael Ryan, que encontrou o fóssil do crânio quase inteiro, há seis anos, enquanto realizava pesquisas para seu doutorado na Universidade de Calgary.

Michael J. Ryan, o descobridor da espécie,
com um crânio do Albertaceratops.(Foto: AP)
Para Ryan, trata-se de uma nova espécie e um novo gênero de dinossauro, conforme afirmou em um artigo publicado na edição mais recente da revista ‘Journal of Paleontology’. O dinossauro foi batizado como ‘Albertaceratops nesmoi’.

O pesquisador disse, em comunicado para o museu de Historia Natural de Cleveland que sua equipe de investigação silenciou-se diante da descoberta grandiosa, quando descobriram os chifres largos e curvados em cima das sobrancelhas do dinossauro.

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