O segredo para a cura do Alzheimer, diabetes e Parkinson

Imagens do processo de clonação, desde a obtenção dos óvulos
até a geração dos blastocitos. (Fonte: Stem Cells)

Uma notícia alvissareira foi divulgada nos grandes jornais do mundo. Trata-se da criação do primeiro embrião humano, a partir de células da pele humana.

Poucos meses antes, cientistas do Reino Unido tinham conseguido algo similar com células procedentes de embriões.

A conquista fantástica de cientistas da empresa californiana Stemagen Corporation (com sede na California), sob a liderança de Andrew French é o segredo para a cura de doenças incuráveis como Alzheimer, diabetes e Parkinson.

Usando células da pele de homens e os óvulos de três mulheres jovens (entre 20 e 24 anos), que estavam submetendo a tratamente de fertilidade, eles conseguiram produzir embriões humanos.

A notícia foi publicada pela revista “Stem Cells” que cita detalhadamente a conquista dos pesquisadores, que usaram a técnica de transferência nuclear.

E isso é um passo gigantesco rumo a outra vitória importante, ainda por conquistar, que é a cura de doenças até o momento incuráveis como o Alzheimer, a diabetes e o Parkinson.

Com este método, também conhecido por clonação terapêutica, pode-se obter clones para extração de células mães que seriam usadas para restabelecer órgãos danificados.

Viva o ramo da ciência cujas pesquisas são voltadas para o benefício dos seres que habitam este planeta, sejam racionais, sejam irracionais.

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Aumenta cinco vezes o número de gatos diabéticos na Inglaterra

Se o seu gato é daqueles preguiçosos, que passa a maior parte do tempo dormindo no sofá, em vez de sair procurando ratos, ele está enfrentando um crescente risco de desenvolver a diabete.

(foto internet: sem nome do autor)
Os gatos gordinhos são três vezes mais propensos a desenvolver a condição fatal da doença, do que aqueles gatos que tem o peso normal. Essa é a comprovação de um estudo da Universidade de Edimburgo.

“O estilo de vida de gatos, tal como o de seus donos, está mudando”, disse o professor Danielle Gunn-Moore, da Escola Real (Dick) de Estudos Veterinários.”Eles estão comendo muito, ganhando peso e fazendo menos exercícios”.

O número de gatos diabéticos, por conta deste estilo de vida atual, aumentou cinco vezes, conforme comprovado por um estudo publicado no Diário de Medicina Felina e Cirurgia. 14.000 gatos foram pesquisados.