Bem antigamente, eu adorava comer frituras, principalmente torresmo e carnes diversas fritas na gordura. Era uma delícia.
Depois o estômago começou a me desencorajar para tais hábitos alimentares. Atualmente prefiro comidas mais saudáveis e não como nenhum tipo de carne, exceto peixe.
Recentemente, a Universidade de Maastrich, na Holanda fez um estudo, cujos resultados são importantes para qualquer ser humano existente na terra.
O estudo envolveu uma entrevista com 120 mil pessoas, procurando conhecer seus hábitos alimentares.
E o resultado revelou um grande segredo.
Aquelas deliciosas batatas fritas que muitas mulheres consomem todos os dias, sejam elas industrializadas ou não, podem dobrar as chances delas desenvolverem um câncer no ovário ou no útero.
O estudo que foi publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomakers and Prevention concluiriam que o risco principal vem das mulheres que ingerem mais acrilamidas, nome dado a uma substância química que certos alimentos produzem quando são fritos, grelhados ou assados.
E o pior é que quanto mais o alimento ganhou cor, durante a fritura, mais lugação tem entre as acrilamidas presentes na dieta e o risco de câncer.
Segundo orientação publicada na BBC, “Batatas fritas ou coradas devem ser cozidas até chegar a um dourado amarelado, e não marrom.”
Já se falou em explosão de baterias de celulares, causando mortes ou ferimentos graves em seus usuários, talvez por conta de falsificações. E em outras ocasiões houve especulações se o celular poderia ou não provocar o câncer. Agora não é mais especulação: pesquisadores israelenses concluíram que usar o celular durante apenas cinco minutos, aumenta a divisão das células e pode, conseqüentemente, resultar em câncer.
BBC: divisão desordenada das células
pode provocar câncer
A pesquisa, publicada na revista New Scientist, analisou a exposição de células humanas e de ratos à radiação eletromagnética emitida à freqüência similar a de um telefone celular, mas a um décimo de sua potência.
O uso do telefone celular por apenas cinco minutos pode ser o suficiente para acelerar a divisão das células, estimam pesquisadores israelenses.
A pesquisa, publicada na revista New Scientist, analisou a exposição de células humanas e de ratos à radiação eletromagnética emitida à freqüência similar a de um telefone celular, mas a um décimo de sua potência.
Cinco minutos depois, os cientistas observaram sinais da enzima ERK1/2, que estimula a divisão celular.
Os estudiosos explicam que a divisão celular é um processo que ocorre naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também pode provocar câncer, uma doença que se desenvolve quando o organismo não consegue interromper ou prevenir a reprodução excessiva das células, provocando o aparecimento do tumor (texto original na BBC)
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Vejam só que boa notícia relacionada a cura do câncer, por meios científicos. A boa nova vem de cientistas da Espanha que teriam decifrado uma proteína chave na luta da medicina contra o câncer.
Os heróis desta descoberta são do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), os quais, pela primeira vez, determinaram a estrutura tridimensional da proteína TOR, cujo interesse científico ganhou relevância nos últimos anos.
As múltiplas investigações, segundo o jornal ADN, da espanha, levaram os cientistas a concluírem que TOR atua no organismo como controlador do crescimento celular, controlando a célula sobre seu nível de nutrientes, oxigênio, hormônios e fatores do crescimento.
A comprovação disso pode trazer bons frutos para o surgimento de medicamentos que poderão resultar na cura do câncer, por métodos menos agressivos.
Ler mais (em espanhol)
Toda notícia de medicamentos para combater o pior mal da humanidade, o câncer, é uma boa notícia. O jornal 20minutos, noticia que a Agência Européia de Medicamento autorizou a comercialização do Yondelis, que se torna o primeiro medicamento desenvolvido por uma empresa espanhola, contra o sarcoma dos tecidos brando: tendões, fibras, gordura, nervos …
O medicamento, desenvolvido pela Pharma Mar, filial de Zeltia, é um composto derivado de um animal marinho, obtido do tunicado marinho Ecteinascidia turbinata. Ela atua diretamente no material genético das células tumorais e as obriga a se matarem.
PharmaMar y Zeltia dedicaram vinte anos de pesquisa para desenvolverem o Yondelis. O remédio foi testado em 270 pacientes com sarcomas nos tecidos brandos, que não tinham outra opção terapêutica, e mostrou sua eficácia.
Estará disponível até o final do ano, na Europa, tempo em que a Comissão Européia ratifique a autorização para a comercialização do medicamento.
Fonte original no site espanhol 20minutos