Embaixo da cidade do México tem 200 sítios arqueológicos

A capital mexicana, que foi o centro do poder do império asteca, tem embaixo do solo cerca de 200 sítios arqueológicos. Pelo menos é o que assegura o pesquisador da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM)Luis Barba Pingaron, membro do Instituto de Investigações Antropológicas da entidade.

Toda a estrutura da metrópole do antigo centro religioso está escondida, mas as técnicas geofísicas recentes, pela primeira vez, permite vislumbrar claramente os assentamentos periféricos que em muitos casos coincidem com os desniveis dos bairros e colônias tradicionais da cidade do México. Permite, também, estabelecer a localização exata das edificações que formaram parte de a Gran Tenochtitlan, fundada em 1325 pelos astecas, os quais foram vencidos, dois séculos depois, pelos conquistadores espanhóis, encabeçados por Hernán Cortés.


Encontrado maior tesouro vicking da história


O Museu Britânico divulgou para a imprensa que o maior tesouro vicking da história foi encontrado em uma granja inglesa por dois caçadores de tesouro: o pai e o filho.

Faz parte do tesouro jóias, moedas e objetos da Irlanda, França, Rússia e Escandinavia que foram enterrados há mais de mil anos. O tesouro representa o poderio comercial e os extensos laços internacionais de que desfrutavam os vickings.

David Whealan, de 60 anos, e seu filho Andrew, de 35 descobriram o tesouro em um campo de cultivo que cerca Hrrrogate, no norte da Inglaterra, em seis de janeiro, usando um detector de metais. Acharam primeiro uma tijela de prata com 40 centímetros debaixo do solo.

A foto e a matéria original estão no site El Universal do México.

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Encontrada a múmia de Hatshepsut a mais poderosa mulher faraó da história do Egito

O Egito anunciou hoje (27) a mais importante descoberta arqueológica de todos os tempos. Trata-se da múmia da Rainha Hatshepsut, a faraó fêmea mais procurada de todos os tempos. A múmia tem 3.500 anos.

O especialista em antiguidades egípcias, Zahi Hawass, disse em uma coletiva para a imprensa que Hatshepsut que regeu o Egito durante 21 anos, de 1479 para 1458 AC, era a monarca fêmea mais poderosa do mundo antigo. Ela se declarou faraó depois da morte de seu marido-irmão Tuthmosis II.


A rainha lendária, conhecida por brincar uma falsa barba, foi identificada graças a um dente quebrado. Uma caixa encontrada em seu sarcófago, com seu nome escrito, continha o pedaço do dente. Durante um exame feito com outras múmias, os cientistas fizeram os testes e concluíram que o pedaço de dente encaixava perfeitamente com o dente quebrado na boca Hatshepsut, conforme relatado no Daily Telegraph.

O canal de TV americano Discovery Channel descreve a múmia como “o achado mais importante no Vale dos Reis do Egito comparado apenas com a descoberta de Tutankhamun” em 1922.