Êpa,se você achava que somente os seres humanos pesavam as alternativas e as possibilidades de êxito, antes da tomada de uma decisão, está enganado. Os cientistas descobriram uma espécie de macacos que também toma decisões, calculando qual alternativa trará maior recompensa.
O estudo foi publicado na revista científica britânica “Nature” e foi liderado pelos professores Tianming Yang e Michael Shadlen, da universidade de Washington, nos Estados Unidos.

Para tomar uma decisão temos que nos basear em mais de uma evidência, combinar todas as opções e maximizar as possibilidades de êxito. Ao mapear o cérebro dos primatas, em uma determinada região, os cientistas perceberam um cálculo básico de probabilidades, antes do animal de inclinar para uma opção mais prometedora.
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A maior parte das empresas modernas ensinam seus funcionários a trabalharem em equipe, coisa que as formigas já fazem, instintivamente, desde o início de sua existência. É uma lição para todos nós a forma usada por estes pequenos insetos para solucionar os problemas que vão surgindo.
Cientistas norte-americanos observaram um método particular empregado pelas formigas, quando estão andando por superfícies mal conservadas. Elas usam seus próprios corpos para cobrir os buracos e assim facilitar o passo das companheiras pela área.

Decidem qual delas é a melhor para cobrir o buraco com o corpo e por meio deste método cumprem seus objetivos. A observação foi publicada no “Animal Behaviour”, depois que uma equipe da Universidade de Bristol concluiu sua pesquisa com um grupo de formigas em um bosque do Panamá.
Segundo a observação dos cientistas, as formigas chegam a se transformar em “uma superfície viva”, como chamou o pesquisador Powell. Elas ficam horas no lugar, servindo de ponte para as outras passarem, ainda que milhares transitem, por cima destas “heroínas” durante o trabalho.
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Do mesmo modo que de vez em quando ficamos desorientados, também o ficam os animais. E é o que a imprensa mundial comentou sobre um pinguim que por um azar “se perdeu” e caminhou 5.000 quilòmetros até chegar em um parque nacional no Peru. O “lost” é originário do estreito de Magalhães, na Pagatônia chilena.
Encontrado por um pescador, o pingüim exibia apenas um pequeno ferimento na asa após o longo trajeto.
Cientistas acreditam que a ave, acostumada ao habitat gélido do sul do continente, fez sozinha a viagem que a levou até o reserva peruana de Paracas, na costa peruana.

Segundo eles, o pingüim parece ter “perdido a direção”, e acabou indo parar no parque apenas 14º abaixo da linha do Equador.
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O mundo se torna a cada dia mais surpreendente por conta das descobertas científicas. Recentemente cientistas norte-americanos desvendaram os segredos vôo dos morcegos, únicos mamíferos capazes de voar impulsionado por sua própria energia. Segundo a descoberta, o movimento das asas dos pequenos morcegos os ajuda a manterem no vôo e revela a diferença entre o vôo das aves e o vôo dos mamíferos voadores.
O segredo do vôo deles está em suas asas. Enquanto os morcegos empurram o ar tanto para subir quanto para descer, as aves podem simular as paletas das persianas, para que o movimento ascendente produza a força aerodinâmica.
Outra diferença é que cada asa do morcego gera seu próprio vórtice e as duas estão interconectadas por estruturas que saem do corpo.
O movimento para subir da asa do morcego gera uma elevação negativa, enquanto a parte interna da asa gera uma elevação positiva para que ambas partes da asa produzam vórtices extras na esteira.
As flechas mostram a turbulência gerada
pelo movimento das asas dos morcegos
O estudo que a revista “Science” publicou mostra os morcegos como uns caçadores “extremamente rápidos” que detectam suas presas e se dirigem para a presa graças a um sonar extremamente sensível.
Maiores informações na revista Science e no El Mundo.
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O consumo da carne de macacos por seres humanos tem levado muitas espécies de primatas à extinção, conforme denúncias das organizações internacionais que defendem os animais, publicadas nos principais jornais do mundo.
Os animais são caçados e mortos, principalmente na América Latina. Na Amazônia brasileira as populações rurais consomem 5,4 milhões de macacos por ano, mas a cifra é bem superior considerando o conjunto na América Central e na América do Sul, conforme dados da WildInternational e Pro Wildlife, citados no jornal El Mundo, da Espanha.
A reprodução dos animais é lenta e o fato de morarem em área de baixa densidade populacional, aumenta ainda mais a ameaça de extinção. Espécies de grande tamanho como macaco aranha e macaco cara branca já desapareceram em muitas regiões.
“Prevemos outro recrudescimento das atividades da caça no final da estação das chuvas, quando os animais estão em condições físicas magníficas” disse a doutora Sandra Althen, da Pro Wildlife.
Pior de tudo é que os métodos tradicionais de caça são substituídos por armas modernas, o que aumenta a eficiência dos caçadores. Além disso, o comércio com os animais está aumentando e para isso se usa equipamentos e técnicas modernas de captura e caça que deixou de ser apenas de subsistência.

O jornal O Brasileirinho se posiciona contra todo tipo de matança de animais selvagens, mesmo para consumo humano e atua em defesa da Natureza como um todo.
A interferência do homem na Natureza tem trazido conseqüências danosas para todos nós, ameaçando inclusive nossa sobrevivência.
O nascimento recente de um gorila das montanhas renasce as esperanças dos conservacionistas acerca deste animal que se encontra ameaçado de extinção. A cria nasceu no parque Nacional de Viruga, no Congo, um dos poucos lugares onde ainda se encontra alguns destes animais. Outro nascimento é aguardado para as próximas semanas.
Um dos motivos do quase extermínio dos gorilas das montanhas é a guerra civil que assola o continente africano, bem como os efeitos de enfermidades como o ebola que colaborou com a morte de centenas deles.
Segundo os pesquisadores existem apenas 700 exemplares de gorilas das montanhas em todo o mundo o que os transforma em um dos animais que corre maior risco de extinção. Grande parte destes animais estão no parque Nacional de Viruga, uma região que fica entre o Congo e a fronteira com Ruanda e Uganda.
‘Ndeze’, junto a sua maãe (Foto: WildLifeDirect)
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Os grandes noticiários do mundo já comentaram mais de uma vez sobre experimentos de animais que de uma forma ou de outra demonstram inteligência, ou seja, fazem coisas que só nós chamados seres humanos somos capazes de fazer.
Recentemente descobriram que um pássaro com o nome latim de ‘aphelocoma californica’ tem a capacidade de planejar o futuro, do mesmo modo que os seres humanos. A pesquisa foi publicada na revista científica “Nature”.
Os experimentos científicos demonstraram que a ave está preparada para enfrentar os períodos de escassez, armazenando alimentos. Os pássaros guardavam determinados alimentos em compartimentos, quando antecipavam que no dia seguinte poderia faltar alimentos, assegurando assim uma alimentação diferenciada para o futuro.
São vários tipos de bichos, cuja inteligência foi testada pelos cientistas, incluindo papagaio e maçados, entre outros. Deste modo eu me pergunto: o que eles pensam sobre nós, os civilizados, quando destruímos as árvores que nos dão sombra, alimentos e proteção? O que pensam de nós, quando nos vêem poluindo com nossas próprias fezes ou esgotos industriais as águas dos rios que depois matarão nossa sede? O que imaginam, quando nos vêem destruindo a camada de ozônio que nos protege do câncer de pele?
Talvez para eles não passamos de animais irracionais, meros idiotas gananciosos, buscando a segurança dinheiro para satisfação de desejos carnais e espirituais. Estúpidos, classificados como seres humanos, que um dia, quando não tiver mais nada para destruir, vai perceber que dinheiro não se como. Aí vai ser tarde! (Foto EFE)