Um segredo sobre o gene Lhx2 ajudará no tratamento de AVC e Alzheimer

A agência FAPESP divulgou uma importante Pesquisa realizada por cientistas Universidade da Califórnia em Irvine.

Eles identificaram um gene que é especificamente responsável por gerar o córtex cerebral, uma descoberta que pode levar a terapias com células-tronco para o tratamento de lesões cerebrais e doenças como derrames e mal de Alzheimer. O estudo foi publicado na edição desta sexta-feira (18/1) da revista Science.

A equipe liderada por Edwin Monuki, do departamento de Patologia da universidade, descobriu que o gene chamado Lhx2 instrui as células-tronco do cérebro em formação para gerar o córtex. O gene “criador de córtex” era procurado há muitos anos pelos cientistas.

O córtex é a parte do cérebro responsável pelas mais elevadas funções cognitivas e sensoriais como a linguagem, a tomada de decisões e a visão. Sem a ação do gene, não há formação de córtex cerebral.

“Essa nova informação sobre o papel do Lhx2 no desenvolvimento cortical pode potencialmente ser utilizada na pesquisa com células-tronco para fazer crescer novos neurônios do córtex que possam substituir os que forem danificados no cérebro”, disse Karla Hirokawa, doutoranda do Laboratório de Medicina e Biologia Celular e do Desenvolvimento, segunda autora do estudo.

“A descoberta tem implicações para os contínuos esforços voltados para a recuperação de pessoas que sofreram derrame e para retardar o progresso de doenças neurodegenerativas”, disse Karla.

O Lhx2 está no grupo dos genes – conhecidos como genes seletores – que agem durante momentos decisivos do desenvolvimento embrionário e fetal, dirigindo as células-tronco ao crescimento em partes específicas do corpo, como cérebro, sangue e ossos.

Em testes com roedores, os pesquisadores descobriram que a atividade do Lhx2 como seletor cortical é crítica apenas durante o estágio em que o córtex em desenvovimento está sendo construído por células-tronco – mas não antes ou depois dessa fase.

Além disso, eles descobriram que as células-tronco corticais que não expressam o gene Lhx2 se transformam em outro tipo de célula – conhecido como células de bainha – que induzem as células vizinhas a formar o hipocampo, que é a parte mais antiga do cérebro em termos de evolução, e o principal centro de memória.

O papel do Lhx2 no desenvovimento cortical tem amplas implicações no campo nascente da pesquisa com células-tronco. O laboratório de Monuki está atualmente estudando como ativar os genes Lhx2 em células-tronco neurais, inciciando o processo no qual as novas células corticais começam a crescer.

“Se formos bem-sucedidos, o conceito de utilização do Lhx2 para incutir células-tronco com propriedades corticais pode ser a base de estudos clínicos que possam um dia auxiliar no tratamento de pacientes”, disse Monuki.

Em dezembro, os pesquisadores do laboratório de Monuki publicaram um estudo que identificava um novo método para selecionar células-tronco que, segundo eles, é mais rápido, mais simples e mais barato que as técnicas atuais. O método poderia, no futuro, permitir terapias para pessoas com diferentes doenças que vão de lesões no cérebro e coluna vertebral até as doenças de Parkinson e Alzheimer.

O artigo Lhx2 Selector Activity Specifies Cortical Identity and Suppresses Hippocampal Organizer Fate, de Edwin Monuki e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.


O segredo para a cura do Alzheimer, diabetes e Parkinson

Imagens do processo de clonação, desde a obtenção dos óvulos
até a geração dos blastocitos. (Fonte: Stem Cells)

Uma notícia alvissareira foi divulgada nos grandes jornais do mundo. Trata-se da criação do primeiro embrião humano, a partir de células da pele humana.

Poucos meses antes, cientistas do Reino Unido tinham conseguido algo similar com células procedentes de embriões.

A conquista fantástica de cientistas da empresa californiana Stemagen Corporation (com sede na California), sob a liderança de Andrew French é o segredo para a cura de doenças incuráveis como Alzheimer, diabetes e Parkinson.

Usando células da pele de homens e os óvulos de três mulheres jovens (entre 20 e 24 anos), que estavam submetendo a tratamente de fertilidade, eles conseguiram produzir embriões humanos.

A notícia foi publicada pela revista “Stem Cells” que cita detalhadamente a conquista dos pesquisadores, que usaram a técnica de transferência nuclear.

E isso é um passo gigantesco rumo a outra vitória importante, ainda por conquistar, que é a cura de doenças até o momento incuráveis como o Alzheimer, a diabetes e o Parkinson.

Com este método, também conhecido por clonação terapêutica, pode-se obter clones para extração de células mães que seriam usadas para restabelecer órgãos danificados.

Viva o ramo da ciência cujas pesquisas são voltadas para o benefício dos seres que habitam este planeta, sejam racionais, sejam irracionais.

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Você poderá ler mais sobre o tema no El Mundo Se não quiser ir para lá, venha então para O Brasileirinho, o portal brasil das crianças e jovens do mundo.


O segredo para reduzir o risco de Alzheimer

Alzheimer ou Doença de Alzheimer (DA) é um mal que acomete algumas pessoas idosas, fazendo-as perderem, pouco a pouco, uma das funções mais importantes do ser humano: a função intelectiva.

O doente com Alzheimer começa a sofrer alterações em sua memória e entre muitos outros sintomas passa a ter dificuldade de compreensão e de realizar tarefas do dia-a-dia.

Apesar de haver necessidade de um aprofundamento maior nas pesquisas, podemos citar dois segredo deles para redução do risco da Doença de Alzheimer:

Consumir regularmente óleos ricos em ômega 3, a exemplo do óleo de canola, óleo de linhaça e óleo de nozes é o segredo para reduzir o risco do DA e outras formas de demência em até 60%. Foi publicado pela revista da Academia Americana de Neurologia, Neurology.

Outro segredo é incluir na alimentação muitas frutas e vegetais, minimizando os riscos em até 30%.

São práticas simples que estão ao meu alcance e ao seu alcance. Vamos por em prática?