Gripe das aves: Investigadores japoneses na pista de vacina humana

Investigadores japoneses anunciaram hoje terem descoberto um método que poderá abrir caminho ao desenvolvimento de uma vacina humana contra a gripe das aves capaz de se manter eficaz em caso de mutação do vírus.

As vacinas existentes contra a doença, que se transmite a várias espécies, tornam-se inoperantes se o vírus mudar de forma, uma possibilidade que faz temer uma pandemia devastadora.

O método concebido pelos cientistas japoneses consiste em «visar o interior do vírus e não a superfície» porque, mesmo quando há mutação, o interior do vírus raramente muda – explica Tetsuya Uchida, investigador do Instituto Nacional para as Doenças Contagiosas do Japão.

O princípio consiste em injectar no paciente a imunizar um antigénio veiculado por lipossomas, que são minúsculas vesículas gordas cujas propriedades lhes permitem servir de vectores de transporte de substâncias a medicamentos ou cosméticos.

«O nosso objectivo é impedir que o vírus duplique», disse Uchida, segundo o qual «há uma possibilidade de isso poder conduzir a uma vacina eficaz contra numerosos vírus gripais».

Diário Digital


iTunes vai disponibilizar catálogo dos Beatles, em breve

Segundo o Diário Digital:

Paul McCartney está prestes a autorizar que seja disponibilizado parte do catálogo dos Beatles no iTunes, um acordo avaliado em mais de 395 milhões de euros.

Alguns dos êxitos dos Beatles como «Sergeant Pepper´s Lonely Hearts Club Band», «White Album» e «Help» estarão brevemente disponíveis na popular loja de música online, segundo a edição de hoje do Daily Telegraph.

O valor do material está avaliado em mais de 300 milhões de libras (cerca de 395 milhões de euros).

A concretizar-se o negócio, McCartney, Ringo Starr e as famílias de John Lennon e George Harrison beneficiarão de uma grande soma como parte do contrato, acrescenta o jornal londrino.


Mulheres são destaque em universidades, afirma professor

Brasília – Cada vez mais numerosas nas universidades e no mercado de trabalho, as mulheres têm desempenho superior aos homens em muitas áreas de atuação, avalia o diretor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Brasília (Unb), Brasilmar Ferreira Nunes. Para ele, a mudança nos padrões sociais – como por exemplo na educação, antes direcionada às chamadas prendas domésticas e hoje mais voltada para assumir um lugar no mercado de trabalho – é um dos fatores que justificariam o destaque feminino.

“Socialmente, a mulher já é aceita no mercado de trabalho da mesma maneira que o homem. Ela é criada e socializada desde que vem ao mundo para buscar postos de trabalho. Isso não é específico da classe média. Em qualquer categoria social, as mulheres já são socializadas na perspectiva de no futuro exercerem uma profissão”, disse Nunes em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.

Segundo o professor, o melhor desempenho das mulheres pode ser observado em sala de aula. Além de participarem com mais dedicação, explica Nunes, as alunas têm mais facilidade para interagir em atividades em grupo.

“Percebo claramente em sala de aula que as alunas são mais dedicadas aos cursos e participam de trabalhos de grupo com mais facilidade. Curiosamente, elas são menos participativas em sala de aula e mais tímidas para expor idéias e opiniões. Percebo que elas são melhores nas provas escritas”.

Nunes também ressalta as vantagens do sexo feminino no acesso às instituições de ensino superior. “O que a gente observa é que as mulheres estão entrando mais cedo na universidade do que os homens. Elas são mais bem classificadas e entram mais jovens”.

A transformação do papel social das mulheres é uma das razões apontadas pelo professor para o sucesso na vida acadêmica.

“Há não muito tempo, elas eram preparadas para o casamento. Essa idéia acabou. Quando ela chega na idade de 17 anos, já está condicionada mentalmente para cursar uma universidade e disputar o mercado de trabalho. O fato de ela talvez se sentir um pouco mais cobrada pela sua condição, talvez faça dela uma aluna em algum sentido melhor do que os homens, falando em sentido geral”.

Possíveis dificuldades encontradas no momento da escolha profissional, entretanto, segundo o professor, não estão relacionadas à diferença de gêneros.

“Está evidente nos tempos atuais que a mulher do ponto de vista da freqüência nas universidades brasileiras e, acho que não só no Brasil, ela já entra na mesma condição do homem e sabe exatamente o que está querendo. Claro que tem aquelas dificuldades iniciais de saber se escolheu a carreira certa ou não, mas isso não é uma questão de [gênero]”.

Segundo Nunes, apesar de sobrepujar os homens em diversos aspectos ainda há no inconsciente coletivo feminino a idéia de que eles estão mais aptos para ocupar cargos públicos.

“Talvez ainda haja um resquício daquela idéia de que o espaço público ainda é masculino e, por mais que as mulheres tenham sido socializadas para disputar o mercado de trabalho, ainda há uma espécie de internalização de que aquele lugar é mais masculino do que feminino”.

Pesquisa divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, embora tenham mais tempo de estudo, as mulheres ainda recebem salários inferiores aos homens. De acordo com o estudo, o salário das trabalhadoras com nível superior equivale a 60% dos rendimentos dos profissionais do sexo masculino com o mesmo grau de instrução.

Hugo Costa
Repórter da Agência Brasil


Energias do Brasil anuncia parcerias para estudar projetos

São Paulo, 6 mar (Lusa) – A Energias do Brasil anunciou nesta quinta-feira a criação de parcerias com empresas brasileiras para a realização de estudos de viabilidade de projetos hidrelétricos e de parques eólicos.

As parcerias com a estatal Cemig e com os grupos privados Andrade Gutierrez e Concremat Engenharia e Tecnologia envolvem estudos para projetos de cerca de 1.500 megawatts.

“A relação da Energias do Brasil com seu controlador, o grupo EDP [Energias de Portugal], que é o quarto maior produtor mundial de energia eólica, garante-nos expertise nesse campo”, disse o presidente da subsidiária, António Pita de Abreu, citado em um comunicado.

Os estudos de engenharia serão de responsabilidade da Energias do Brasil, enquanto a Cemig, empresa estatal de energia do Estado de Minas Gerais, ficará com os estudos ambientais.

Projetos

Caso os estudos demonstrem a viabilidade dos empreendimentos, as duas companhias criarão uma empresa para executar os projetos, com uma participação de 51% da Energias do Brasil e o restante da Cemig.

“Acreditamos que estamos formando com a Cemig uma parceria fundamental para a nossa estratégia”, disse Pita de Abreu, acrescentando que os projetos em análise estão ajustados ao plano de expansão do grupo português no Brasil.

No ano passado, o lucro da Energias do Brasil aumentou 11,6% em relação a 2006, para R$ 439,8 milhões, com o aumento da capacidade de produção de energia elétrica, que encerrou o ano em 1.043 megawatts.

A Energias do Brasil controla atualmente empresas de distribuição (Bandeirante, Enersul e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).


A força aérea dos EUA pediu 300 Playstation 3 para um programa secreto


O laboratório de investigação das forças a aéreas americanas está avaliando uma tecnologia relacionadas com determinados processadores o muito caros.

Segundo o jornal espanhol 20minutos.es, os processadores PlayStation 3 da Sony são a única marca de mercado que utiliza esse tipo de processadores com características necessárias para seu projeto, a um custo aceitável.

As forças aéreas estão solicitando 300 PS3 que utilizaram de em um programa sobre o qual não revelam detalhes.

A tecnologia da nova em geração da Sony já foi utilizada por outros projetos, como o Folding@home. Trata-se de uma iniciativa que trata de entender certo comportamento da das proteínas para determinar como agem em diversas enfermidades e em vários tipos de câncer.

O projeto que anima os usuários a cederem parte da capacidade não utilizada do sistema para fins científicos conta com um milhão de voluntários.

Telam.


Cientistas revelam segredo para proteger informações encriptados do laptop

Sempre acreditei que as informações constantes do no laptop eram mais seguras do que é que aquelas armazenadas no computador de mesa. Parte dessa crença era influenciada pelo preço exorbitante dos notebooks. achavam que o aparelho tocaram um era mais propício para guardar informações seguras do que os computadores de mesa . Atualmente, o preço caiu bastante.

Agora os pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, chegaram a um surpreendente conclusão: informações encriptadas armazenadas em um laptop são mais vulneráveis do que se pensava.

Os cientistas descobriram que é possível recuperar dados – inclusive as chaves para decodificar informações encriptadas – dos aparelhos.

Anteriormente acreditava-se que os dados armazenados na chamada “memória volátil” só permaneciam guardados por alguns segundos depois de desligada a máquina, mas os cientistas concluíram que as informações – inclusive as chaves – podem ser recuperadas no período de alguns minutos.

o bom é que você saberá o segredo do senado por eles para proteger melhor suas informações ao desgaste o contador. Leia o restante dessa matéria constante com a sorte da BBC:

O tempo seria suficiente para que hackers entrassem no computador e recuperassem informações, inclusive as “chaves”.

“Acreditava-se amplamente que ao se cortar a energia do computador a informação na memória volátil iria desaparecer, mas descobrimos que este não é o caso”, disse à BBC o professor Edward Felten, da Universidade de Princeton.

A memória volátil normalmente é usada na memória de acesso randômico do computador (RAM, na sigla em inglês), usada para o armazenamento temporário de dados de programas quando o computador está ligado.

Sono profundo

A encriptação dos discos é o principal método usado por empresas e governos para proteger informações confidenciais e importantes.

“A chave para fazê-lo (o método) funcionar é manter a chave para a encriptação (que ‘desembaralha’ os dados) secreta”, explicou Felten.

A encriptação de dados se tornou um assunto bastante discutido recentemente, por causa do roubo de laptops contendo informações pessoais.

“O que descobrimos foi que a chave para a decodificação necessária para acessar os arquivos encriptados estava disponível na memória dos laptops”, disse ele. “A informação estava disponível por segundos ou minutos.”

“A preocupação é que alguém se aproprie do laptop enquanto ele ainda esteja ligado, ou enquanto ele esteja em standby ou hibernando”, disse Felten.

Nesses modos de operação, o laptop não está processando dados, mas a informação permanece armazenada na memória RAM para permitir que ele seja “acordado” rapidamente.

“A pessoa pode pegar o laptop, cortar a energia e depois ligar o aparelho de novo, e fazendo isso, ela terá acesso ao conteúdo da memória – inclusive as críticas chaves de encriptação.”

Esfriado

Desligar e ligar a máquina de novo é crítico para qualquer ataque.

“Quando retorna do ‘sono’, o sistema operacional está lá e está tentando proteger esses dados”, explica Felten.

Mas o ato de desligá-lo totalmente e depois ligá-lo de novo remove essa proteção.

“Ao cortar a energia e depois trazê-lo de volta, o adversário se livra do sistema operacional e tem acesso direto à memória.”

Felten e sua equipe descobriram que esfriar o laptop aumenta a retenção de dados nos chips de memória.

“A informação permanece na memória por muito mais tempo – 10 minutos ou mais”, disse ele.

Por exemplo, se a informação permanece no computador por cerca de 15 segundos em condições normais, um laptop “esfriado” a uma temperatura de -50º C vai manter essas informações na memória por 15 minutos ou mais.

Segundo Felten, a melhor maneira de proteger um computador é desligá-lo totalmente vários minutos antes de o usuário ter que se separar do aparelho, ou de sua segurança física estar comprometida.

“Trancar a tela simplesmente, ou acionar o modo ‘hibernar’, ou ‘suspenso’ não vão garantir proteção adequada”, acrescenta.

“A pesquisa levanta dúvidas sobre o valor da encriptação. Acredito que, com o tempo, os produtos de encriptação vão se adaptar a isso e vão encontrar novas maneiras de proteger informações.”


O segredo que vem de um carro inteligente movido a hidrogênio

Carro esporte movido a hidrogênio foi criado “para diversão”

É impressionante a velocidade com que a ciência está em desenvolvendo esses últimos tempos. Muitas coisas são boas, outras são ruins, mas no todo podemos dizer que o progresso científico traz bons resultados para todos nós.

O segredo para diminuir uma boa parte dos males causados pela poluição no dióxido de carbono está no carro chamado no Lifecar, que será apresentada na feira de automóveis de Genebra, nos dias 6 a 16 de março.

O Lifecar é um impressionante automóvel de um futuro que chega agora. O carro pode alcançar a velocidade de quase 150 quilômetros por hora. O mais interessante é que não usa gasolina e sim a hidrogênio.

Outra vantagem desse carro é que ele produz muito pouco barulho e apenas vapor d’água de seu exaustor. Possui células de combustível avançadas e um sistema de armazenamento de energia que dá ao carro autonomia de 400 km por tanque de hidrogênio.

A matéria foi publicada na BBC, que dá mais detalhes sobre esticar o fantástico:

Força inteligente

O projeto de 1,9 milhão de libras esterlinas (quase R$ 6,4 mi), parcialmente financiado pelo governo britânico, levou quase três anos para ser concluído.

“O conceito básico era construir um carro esporte para lazer e divertimento, que funcionasse como uma vitrine da tecnologia e tivesse capacidade de correr 240 km por galão”, disse à BBC Matthew Parkin, da fabricante de carros esportes clássicos Morgan – cujo modelo Morgan Aero-8 inspirou o design do Lifecar.

As células do Lifecar produzem cerca de 22 kilowatts – aproximadamente um quinto da força de um típico motor de combustão.

Quando o carro precisa acelerar ou subir uma montanha ele puxa força extra de um banco de ultra-capacitadores alinhados no centro do carro.

O carro é movido por uma série de células leves de combustível de hidrogênio desenvolvidas pela empresa britânica Qinetiq.

“Eles são como uma bateria, mas não estocam tanta energia e permitem que esta energia seja liberada muito mais rápido”, explica Ian Whiting, da Qinetiq.

Eles são carregados por um sistema de frenagem regenerativa que diminui a velocidade do carro convertendo a energia cinética em energia elétrica.

“Os carros híbridos já usam esse sistema de frenagem regenerativa – normalmente ele devolve cerca de 10% da energia”, disse Parkin. “O objetivo do Lifecar é obter um retorno de 50%.”

Silencioso

Para ser eficiente e ter bom desempenho, o carro precisa ser leve, como explica Parkin, e como resultado, o automóvel tem chassi de alumínio e um interior leve, de madeira, inclusive os assentos.

O carro também não tem nenhum “luxo”, como sistema de som, tranca central ou mesmo airbags.

“O objetivo era manter o peso em, no máximo, 700 kg.”

O carro também não tem caixa de câmbio ou o ronco de um motor, já que as células de combustível produzem pouco barulho.

Apesar das baixas emissões de gases poluentes, os críticos de carros movidos a hidrogênio afirmam que eles usam grande quantidade de eletricidade, produzida atualmente em usinas que queimam combustíveis fósseis e, portanto, não beneficiam o meio ambiente.

Além disso, há pouca infraestrutura para recarregar os veículos.

Por enquanto, o Lifecar é um conceito, mas a Morgan não descarta a produção do automóvel para o mercado no futuro, caso ele tenha boa aceitação do público.


Descobertas na camada pré-sal elevam valor de mercado da Petrobras em 87%

Rio de Janeiro – As descobertas de dois campos gigantes na chamada camada pré-sal elevaram o valor da Petrobras em 87%, entre 2006 e 2007: a estatal passou a valer no mercado R$ 429,9 bilhões, contra os R$ 230,4 bilhões de 2006.

Apesar desta valorização, a companhia fechou 2007 com um lucro líquido de R$ 21,5 bilhões, resultado 17% inferior ao de 2006, em razão da apreciação do real ante o dólar e também de aporte de recursos feitos pela companhia para dar maior estabilidade de longo prazo ao plano de pensão de seus funcionários (Petros), como explicou o diretor Financeiro da empresa, Almir Barbassa.

“O lucro foi penalizado por dois fatores: um não recorrente, que foi o ajustamento feito no plano de pensão; e o outro foi a valorização do real, uma vez que a Petrobras hoje é uma empresa com muito mais ativos no exterior, fruto de seus investimentos internacionais. Mas estes ativos continuam lá e não afetam o fluxo de caixa da companhia”, disse. Com a valorização no mercado, a estatal proporcionou um retorno também recorde de 83,9% aos acionistas e de 131,4% aos detentores de ADRs (recibos de ações negociados nos Estados Unidos) – considerando o reinvestimento dos dividendos recebidos. Os investimentos atingiram R$ 45,3 bilhões, registrando crescimento de 34% em relação a 2006 e atingindo o maior valor da história da estatal.

O incremento no volume de vendas elevou a receita operacional líquida da estatal em 8%, no comparativo anual (R$ 170,6 bilhões), e em 11% em relação ao quarto trimestre de 2006 (R$ 45,4 bilhões).

Já o Índice de Reposição de Reservas no Brasil e no exterior foi de 131,1%, de um ano para o outro, o que na avaliação de Barbassa reflete a capacidade exploratória da estatal: “Uma empresa de petróleo tem como seu maior patrimônio as suas reservas e nós as estamos mantendo em constante crescimento. E esse percentual ainda não reflete as descobertas recentes na camada pré-sal.”

Nielmar de OLiveira
Repórter da Agência Brasil


‘Proxima»’