Fusão da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) com a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) pode transformar o mercado brasileiro de ações num dos maiores do mundo.
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Uma boa notícia para você que tem artrite vem de um estudo da Universidade de Dundee, na Escócia.
Segundo os médicos, uma dose diária de óleo de fígado de bacalhau pode reduzir o uso de analgésicos em pacientes com artrite reumatóide, doença que provoca inflamação e fortes dores nas articulações.
A notícia, publicada na BBC, diz mais:
A ingestão de 10 gramas de óleo de fígado de bacalhau por dia reduziu a necessidade de medicamentos antiinflamatórios não-esteróides (AINEs) em 30%, de acordo com os pesquisadores.
Durante os testes, pacientes receberam óleo de fígado de bacalhau ou placebo e, depois de 12 semanas, foram instruídos a reduzir gradativamente seu uso de AINEs, como ibuprofen.
Do total de quase 60 pacientes que completaram o estudo, 39% puderam reduzir sua necessidade diária de AINEs em mais de 30% depois de nove meses. Do grupo que tomou placebo, isso ocorreu com apenas 10%.
A redução do uso do analgésico não foi associada a um agravamento da dor ou da doença, disseram os pesquisadores.
Acredita-se que ácidos graxos no óleo do peixe possuam propriedades antiinflamatórias.
A pesquisa foi motivada pelos efeitos colaterais dos AINEs. Há tempo já se sabe que, em doses elevadas, eles estariam ligados a sangramento no estômago. Recentemente, contudo, surgiram preocupações com um aparente aumento do risco de ataques cardíacos e derrame.
O estudo foi publicado na revista Rheumatology.
Veja só esta loucura e ao mesmo tempo originalidade de um ancião que decidiu se matar, sem fazer uso das próprias mãos.
Ele mesmo, durante alguns meses , montou um robô, contando para isso com informações obtidas a Internet.
Conseguiu programar a máquina de tal forma que ela deveria disparar contra a própria cabeça.
A máquina mortífera montada por ele tinha uma serra elétrica conectada a uma pistola de semi-automática carregada com quatro balas que poderia disparar várias vezes ativada por controle remoto.
Esse idoso desajuizado chamava-se Francis Tovey. Ele tinha 81 anos e morava sozinho em Burleigh Heads, na costa da Austrália, em uma casa no valor de 450.000 libras esterlinas, segundo matéria publicada no The Times.
O motivo do suicídio foi causado pelos próprios familiares. Eles sugeriram ao ancião que fosse morar em um abrigo para idosos. Isso o deixou muito revoltado. A tal ponto que decidiu pôr fim renda sua vida .
Um vizinho que viveu com Francis na mesma casa desde 1984, comentou que ele era uma pessoa maravilhosa.
É uma pena que uma pessoa tão inteligente agora esja morto.
Eu realmente fiquei bastante surpreso quando o Brasil começou a exigir aplicação do princípio de reciprocidade com os espanhóis, uma iniciativa do procurador da República Matheus Baraldi Magnani.
Achava que o Brasil não teria coragem de enfrentar a Espanha, um país europeu, considerado primeiro mundo.
A Espanha, de uma hora para outra, começou a praticar exigências absurdas contra brasileiros que viajavam para lá.
Talvez por se acharem mais civilizados do que nós. Talvez com medo de competição, já que o desemprego lá está bem alto e muitos brasileiros talentosos buscam uma nação que lhes paguem um salário decente.
Depois que muitas brasileiros foram vítimas de abuso das autoridades espanholas, tendo alguns ficado isolados por mais de semana, o Ministério Público Federal do Brasil determinou aqui o mesmo princípio jurídico da reciprocidade no controle do ingresso de cidadãos espanhóis no país.
Foi 1 a 0 para o Brasil nessa disputa. Nosso Brasil está realmente ficando um país macho!
Não sei até quando, mas espanhóis que chegam ao Brasil precisam comprovar que estão com passaporte válido por ao menos mais seis meses; comprovante de reserva ou carta-convite do morador que o receberá; confirmação de reserva de viagem organizada, com itinerário; bilhete de volta; ter ao menos 57,06 euros por dia de permanência, por pessoa (o montante total mínimo é de 513,54 euros).

Gangorra poderia iluminar uma classe em cinco minutos
Vejam só a importância da criatividade de um jovem britânico. Ele inventou uma gangorra que gera eletricidade suficiente para iluminar uma sala de aula, e vê no artefato uma solução para problemas de abastecimento em áreas da África.
A matéria publicada na BBC comenta a invenção:
A gangorra, concebida pelo estudante de design Daniel Sheridan, da Universidade de Coventry, na Grã-Bretanha, transfere a energia gerada pelo movimento ascendente e descendente da criança que brinca para uma unidade de armazenamento, através de um cabo subterrâneo.
O aluno recebeu o equivalente a pouco mais de US$ 10 mil para desenvolver a idéia em um concurso universitário e diz que pretende usar o dinheiro para criar um protótipo.
A inspiração para criar o artefato surgiu durante uma viagem para trabalhar como voluntário em uma escola no sul de Mombasa, no Quênia, no ano passado. O jovem de 23 anos ajudou a construir a escola e deu algumas aulas.
“Vimos muitas crianças que adoravam brincar, sua energia, sua vibração. Eu pensei que seria ótimo usar isso de alguma forma”, afirmou.
“A necessidade de energia elétrica na África Subsaariana é incrível. Sem energia, o desenvolvimento é extremamente difícil.”
“O potencial para este produto é enorme e o design poderia beneficiar várias comunidades na África e além.”
Sheridan calcula que cinco a dez minutos de uso da gangorra podem gerar eletricidade suficiente para iluminar uma sala de aula durante uma noite, por exemplo.
Muitas escolas na África que abrem suas portas no período noturno para alunos mais velhos são iluminadas apenas por velas e lâmpadas de querosene.
Mas, como a energia gerada pela gangorra pode ser armazenada, os seus proprietários podem decidir o quanto desejam utilizar a cada momento.
Agora Sheridan vai viajar para uma aldeia perto da cidade de Jinja, em Uganda, onde vai testar e finalizar o protótipo usando peças adquiridas localmente.
“Eu adoraria projetar um playground inteiro com peças diferentes de equipamento que podem gerar eletricidade suficiente para alimentar uma aldeia inteira.”
No Dia Mundial do Consumidor, especialista alerta que “ter virou sinônimo de ser”, conforme matéria da repórter da Agência Brasil Ana Luiza Zenker:
Existe diferença entre o cidadão e o consumidor? Uma coisa atrapalha a outra? Para a psicóloga mestre em psicologia social Amalia Pérez, a resposta é não. Ela explica que quem consome também paga impostos, gera renda. “Consumismo e cidadania são questões que não necessariamente caminham juntas, uma pessoa que se veste como uma árvore de Natal pode ser tão cidadão quanto uma pessoa que usa calça jeans e camiseta”, afirma a psicóloga, no Dia Mundial do Consumidor, comemorado hoje (15).
Para ela, o problema é que na sociedade moderna se valoriza muito mais o ter do que o ser. “A dificuldade que nós temos hoje é que ter é sinônimo de ser”, diz. A socióloga e professora da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB) Tânia Montoro, concorda: “hoje são mais cidadãos na sociedade brasileira e em muitas outras aqueles que têm maior poder aquisitivo”.
A professora acredita que um dos lados perversos da sociedade é a confusão feita entre ser consumidor e ser cidadão. Ela afirma que o consumo em si, para suprir as necessidades, não atrapalha a cidadania, o que atrapalha é confundir políticas públicas e sociais e o consumo privado de determinados serviços públicos, como saúde, educação e segurança.
Apesar dessa confusão que as pessoas podem fazer, Tânia Montoro diz que é possível ser um consumidor mais consciente não só dos seus direitos, mas dos direitos do outro. “O que nós vamos fazer com esse lixo?”, pergunta, referindo-se a aparelhos, embalagens e outros detritos gerados pelo consumismo.
Ela afirma, também, que o consumismo pode atrapalhar a cidadania quando as pessoas desperdiçam, sem pensar nas necessidades do outro. “Se eu estou preocupada só em comprar, consumir, fazer minha festa, ter o melhor celular, o melhor carro, eu estou dentro de um sistema onde é impossível para mim a alteridade, a capacidade de olhar o outro, de ver o outro”, conclui.
A imagem desfocada da televisão e do computador imaginada pelos entusiastas da tecnologia durante anos, deu mais um passo importante quando a TiVo, popular fabricante de gravadores de vídeo, anunciou acordo com YouTube que possibilitará a entrega de milhões de Web vídeos diretamente para a televisão.
Esta boa notícia foi publicada no famoso jornal de New York times, em sua sessão de tecnologia.
“A estratégia da TiVo é servir como uma ponte entre vídeo da Web e a televisão, disponibilizando parte do conteúdo para nosso assinantes”, disse Tara Maitra, o vice-presidente e gerente geral para serviços da TiVo.
A TiVo está chegando por último o mercado de vídeos da Internet para televisão. Antes dela Apple introduziu a versão Apple TV com características similares .
Vivemos em um mundo onde as descobertas são constantes e todo conhecimento está em processo de mutação.
Acho tudo isso muito bom, mas é preciso que as autoridades do mundo e os todo-poderosos donos do dinheiro se conscientizem de que os benefícios tecnológicos precisam ser compartilhados com todos.

O tribunal de e Ankara ordena pela segunda vez o fechamento do acesso ao popular site YouTube.
E as alegações das autoridades daquele país mais parecem as de pais autoritários, quando querem justificar uma proibição estúpida aos seus filhos.
Disseram que estavam bloqueando o acesso ao YouTube, porque existem vários vídeos naquele site com linguajar ofensivo contra a bandeira turca e Zubeye, a mãe do fundador da república laica Mustafa Kemal “Atatürk”.
Esta é apenas uma, entre tantas outras alegações dos governantes de países ditatoriais, quando querem cometer seus atos de violência contra a liberdade de imprensa .
No mundo globalizado somente países governados por estúpidos proíbem o acesso das pessoas aos conhecimentos universais.
O YouTube se tornou um patrimônio global. Portanto, que seu acesso seja desbloqueado na Turquia o mais rápido possível.

O estudo foi realizado pelo Departamento de Andrologia da universidade, que examinou homens jovens e saudáveis, com idade média de 29 anos, de varias regiões da Itália.
De acordo com a pesquisa, a quantidade de espermatozóides contidos em 1 mililitro de esperma diminuiu nos últimos 30 anos, passando de 71 milhões para 60 milhões.
Os cientistas verificaram também que na década de 70, 50% dos espermatozóides se movimentavam com rapidez. Trinta anos depois, esse percentual caiu para 32%.
“Essas diminuições não querem dizer que os homens ficaram estéreis, significa que a fertilidade deles corre maiores perigos”, disse à BBC Brasil o coordenador do estudo, professor Fabrizio Menchini Fabris.
“Isso é preocupante e tem repercussão na capacidade de fecundar, mas não sabemos em que percentual”, disse Fabris. “Ainda que tenham diminuído, os índices médios nacionais em homens saudáveis estão acima do nível patológico, segundo os critérios da Organização Mundial da Saúde.”
Velocidade de locomoção
O estudo mostrou que há uma relação entre fertilidade e poluentes ambientais. Em cidades grandes e poluídas como Milão, Roma e Nápoles, por exemplo, os homens correm mais riscos de diminuir a própria fertilidade do que os moradores de cidades pequenas.
“Nos grandes centros urbanos, em áreas poluídas por lixo industrial ou algumas zonas agrícolas onde usam pesticidas na agricultura, os espermatozóides são 20% menos velozes do que em cidades pequenas”, informou o coordenador da pesquisa, que será apresentada em setembro durante um congresso internacional de andrologia.
Segundo o professor Fabris, em cidades grandes, a produção de espermatozóides anômalos é 15% maior do que em cidades pequenas.
“A ligação entre infertilidade e poluição foi tratada por diversos estudos científicos. Nossos dados evidenciam a relação entre poluição e mobilidade dos espermatozóides. Maior poluição, menos mobilidade e mais anomalias”, explicou Fabris.
Com base nos dados da pesquisa, os italianos que moram em Nápoles, uma das cidades mais poluídas da Itália, têm espermatozóides 15% menos rápidos e saudáveis.
Entre os habitantes de Milão e de Roma, essa taxa é de 13% e 10%, respectivamente.
“Vivemos num mundo não favorável aos nossos espermatozóides. Eles estão alojados na parte externa do corpo, justamente porque a temperatura é mais baixa do que na parte interna. O aumento da temperatura e a poluição podem ter grande influência e alterar seus componentes”.
De acordo com a avaliação dos pesquisadores, em cidades com menos de 20 mil habitantes, os espermatozóides têm 14% mais chances de fecundar um óvulo.
Leia o restante da matéria na BBC
Ponto positivo para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por ter decidido que vai auxiliar o desenvolvimento de pesquisas para benefício de pessoas portadoras de doenças como hemofilia, aids e câncer. No montante de R$ 7,2 milhões, os recursos não-reembolsáveis do BNDES se destinam ao projeto Desenvolvimento de Medicamentos Recombinantes para Uso em Hematologia/Hemoterapia.
A notícia foi publicada na Agência Brasil:
O projeto é realizado em parceria entre o Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares, da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), estatal vinculada ao Ministério da Saúde.
A coordenadora do laboratório da Coppe, Leda Castilho, informou à Agência Brasil que o objetivo principal do projeto “é desenvolver tecnologia nacional e eficiente para produzir três biofármacos. “Dois deles são fatores de coagulação sanguínea recombinante, ou seja, obtidos através de técnica de engenharia genética, e não purificada a partir de plasma (sangue) de doadores. E nesse caso ajudaria os pacientes com hemofilia. O terceiro biofármaco cuja tecnologia de produção a gente vai desenvolver é o G-CSF, também recombinante”.
Esse G-CSF é uma proteína que estimula a produção de glóbulos brancos. Leda Castilho explicou que em geral, pacientes com câncer e aids têm deficiência de glóbulos brancos como efeito colateral no tratamento. O G-CSF é usado como coadjuvante no tratamento quimioterápico do câncer e também da aids. “Sabe-se, inclusive, que o uso do G-CSF em pacientes com câncer permite que maiores doses de quimioterápicos sejam usadas, fazendo com que o tratamento seja mais efetivo”, revelou.
A coordenadora do Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares da Coppe/UFRJ esclareceu que uma vez desenvolvida a tecnologia, serão produzidos os primeiros lotes experimentais. A previsão é que isso ocorra no prazo de três anos. Esses lotes serão utilizados pela Hemobrás para realização de estudos clínicos. “Esses estudos clínicos prévios são necessários para cada medicamento que se queira colocar no mercado, para comprovar a eficácia e a segurança daquele biofármaco”.
Caso o projeto tenha sucesso, a Hemobrás pedirá o registro desses três biofármacos para a Agência de Vigilância Sanitária(Anvisa). “Obtendo o registro, a Hemobrás poderia montar uma fábrica para produção desses três biofármacos recombinantes. E após a planta entrar em operação, esses medicamentos poderiam ser disponibilizados para a população, em todo o país”, salientou Castilho.
A nova tecnologia vai representar economia para o governo brasileiro, frisou a pesquisadora da Coppe. “Com certeza. Os custos para o desenvolvimento do projeto, das tecnologias e, posteriormente, para construir a fábrica, são menores do que o país gasta por ano com a importação apenas de fator 8 e fator 9 [medicamentos para hemofílicos]. O Brasil vai fazer uma economia grande, porque deixará de importar esses biofármacos que têm elevado custo”.
Ela lembrou que para comprar os princípios ativos desses medicamentos biotecnológicos no exterior o país gasta atualmente cerca de R$ 200 milhões /ano. “Então, a única solução para o país poder atender a todos os hemofílicos do tipo A com um produto nacional de custo menor e garantir assim o fornecimento a todos os pacientes, seria através da construção de uma fábrica de fator 8 recombinante”. Hoje em dia, o Brasil possui cerca de 7 mil hemofílicos.
O apoio do BNDES será concedido no âmbito do Fundo Tecnológico (Funtec) para a Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos (Coppetec), da Coppe/UFRJ. A Hemobrás objetiva a produção de medicamentos hemoderivados, a partir do fracionamento industrial do plasma, e também produtos obtidos pela biotecnologia moderna, que são as moléculas denominadas recombinantes, porque são obtidas a partir de engenharia genética.