Gatos tem mais de dez mil anos de domesticados

A maior parte dos lares brasileiros tem um gato, seja peduro, seja de raça. Eles são muito queridos e aparentemente sempre foram mansos. Um estudo sobre eles diz o seguinte:

Os gatos que criamos em casa são procedentes de cinco linhas maternas diferentes de gatos monteses do Oriente Próximo (´Felis silvestris lybica´) e foram domesticados há mais de 10.000 anos, na mesma época em que o homem começou a cultivar a terra. Estas conclusões publicadas na revista ´Science` fazem parte de um estudo internacional sob a coordenação de Carlos Driscoll, da Universidade de Oxford (Reino Unido), com a participação de Miguel Delibes de Castro, da Estação Biológica de Doñana de Sevila.


Segundo explicação de Miguel Delibes de Castro “do ponto de vista espanhol é interessante assinalar que todos os gatos monteses europeus parecem ser originados de uma população que na época glacial refugiou na Peníssula Ibérica.


Seria este buraco o do meteorito que caiu na Terra em 1908?

Em 30 de junho de 1908 algo muito estranho caiu do céu, provocando uma forte explosão e destruindo mais de 2.000 quilômetros quadrados de um bosque. Foi o maior impacto de um corpo espacial com a Terra nos tempos modernos. Provavelmente um cometa ou um meteorito.

A explosão foi de uma potência similar a de cerca de 1.000 bombas nucleares do tamanho da que os norte-americanos lançaram sobre Hiroshima. Apesar da maioria achar que foi um meteorito, há os que acreditam que foi um cometa de gelo que explodiu a alguns quilômetros antes de impactar contra a Terra. Daí a ausência de provas, mesmo após quase um século de buscas.

No entanto, cientistas da Universidade de Bolonia sustentam que um lago pouco profundo situado a oito quilômetros do epicentro da explosão pode haver surgido em consequência desses fragmentos: “Não temos provas definitivas de que seja uma boca do impacto, mas podemos excluir outras hipóteses e chegar a esta conclusão”, declarou a BBC o chefe da equipe, Giuseppe Longo.

De acordo com o estudo deles, o lago Cheko tem forma de um funil que não se observa em outros lagos vizinhos e a uns dez metros de profundidade os geólogos encontraram o que pode ser um fragmento do tão procurado meteorito. Mas só saberão com certeza em 2008, quando ocorrerá nova expedição (Foto: Universidade de Bolonia).


Indígenas brasileiros combatem o desmatamento com ajuda do Google

Li no jornal El Mundo, da Espanha, uma matéria escrita por Ramy Wurgaft, mostrando uma importante doação do Google para com uma tribo indígena brasileira, que está lutando para preservar o meio ambiente.

Apesar da tribo brasileira Surui desconhecer o que é provedor de Internet, ela já está usando a informática para combater o desmatamento em suas terras, graças a uma doação da empresa norte americana Google.


Os índios desta tribo ganharam um provedor de conexão via satélite que lhe permitem acessar os mapas do Google Earth e desta forma conseguirem provas irrefutáveis dos estragos que os garimpeiros, os madereiros e ultimamente os cultivadores de soja estão fazendo em suas terras.

A tribo tem 1.200 membros e ocupam uma área de 250 mil hectares, no estado de Rondônia, onde seus moradores crescem entre espécies de árvores protegidas, o cedro e a palmeira gigante. O chefe da tribo, Almir Surui, famoso por suas denúncias contra os destruidores da selva tropical, esteve no mês passado em Genebra (Suiça), participando de uma conferência sobre meio ambiente, patrocinada pela organização norteamericana Amazon Conservation Team (ACT).

Motivados pela impressão causada pela conversa do chefe indígena, os executivos do Google, que participavam do evento, rastrearam a região assinalada e conseguiram provas inequívocas do desmatamento.

“No Google sentimos a obrigação de ajudar a grupos como os Surui em terras tão importante para a proteção do meio ambiente. No ano passado participamos de um projeto das Nações Unidas destinado a detectar zonas erosivas, no oeste da África” – disse Megan Quinn – porta-voz da empresa.

Após firmar o convênio como o Google, Almir Surui expressou sua confiança em que as autoridades assumam a responsabilidade que lhes cabe na defesa do “pulmão verde” do planeta.

Ações deste tipo, vindas da empresa número 1 do mundo, servem de exemplo para que outras empresas façam o mesmo.

Se quiser ler a versão completa em Espanhol, clique aqui.


Antonio Banderas faz os filhos saberem que "o mundo não é só Hollywood"


O astro do cinema mundial, Antonio Banderas disse que costuma levar seus filhos para ver os bairros das favelas do México e da Argentina, para que eles vejam o modo de vida de outras crianças em diferentes países do mundo e saibam que “o mundo não é só Hollywood”.

A estrela de Hollywood, Melanie Griffith, sua esposa, concorda com ele e o acompanha nesta viagem educativa pelos diferentes países, uma forma de mostrar para eles que há outras pessoas vivendo de uma forma diferente, ou seja, passando por necessidades de todos os tipos: moradia, alimentação e segurança.

“Não lhes dou qualquer coisa que me pedem”, disse o ator para o jornal El País, e acrescentou: “No quero que pensem que o mundo somente está cheio de casas e carros bonitos”

Criando os filhos sobe a máxima de que “o mundo não é só Hollywood” eles aprendem a ser humildes e isso já está trazendo bons resultados, pois sua filha Stela é destaque na escola onde estuda.

Destacamos ainda:
O jornalista do Le Mond Ignácio Ramonet mostra como promover a diversidade midiática no Brasil, que você pode ler no Jornal O Brasileirinho e ainda o polêmico acontecimento: Transposição do Rio São Francisco, bênção ou maldição?


Unesco divulga sua nova lista de Patrimônio Mundial da Humanidade

O Comité de Património Mundial da Unesco, reunido em Christchurc (Nova Zelândia) divulgou hoje os novos lugares incluídos na Lista de Património Mundial:

As florestas chuvosas de Atsinanana (Madagáscar) que compreendem seis parques nacionais que se estendem ao longo da parte ocidental da ilha: «Os bosques destes parques têm importância fundamental para manter os processos ecológicos permanentes que são imprescindíveis para a sobrevivência da biodiversidade excepcional da ilha de Madagáscar, consequência da sua história geológica», destaca a Unesco.

Os Karst da China Meridional, uma região que ocupa uma superfície de 500.000 km2, principalmente nas províncias de Yunan, Guizhu e Guangxi: «A diversidade das formações e as paisagens desta região não têm paralelo no mundo», afirma o comunicado, que sublinha que os «bosques de pedras» de Shilin são considerados «um fenómeno natural extraordinário e uma referência geológica mundial».

A paisagem vulcânica e os túneis de lava da ilha de Jeju (Coreia do Sul). Compreendem três áreas que somam 18.846 hectares no total, ou seja, 10,3% da superfície de Jeju: «O local não só é de uma beleza fora do comum, como constitui um testemunho das características e processos da história geológica do nosso planeta», afirma o comunicado.


Encontrada a múmia de Hatshepsut a mais poderosa mulher faraó da história do Egito

O Egito anunciou hoje (27) a mais importante descoberta arqueológica de todos os tempos. Trata-se da múmia da Rainha Hatshepsut, a faraó fêmea mais procurada de todos os tempos. A múmia tem 3.500 anos.

O especialista em antiguidades egípcias, Zahi Hawass, disse em uma coletiva para a imprensa que Hatshepsut que regeu o Egito durante 21 anos, de 1479 para 1458 AC, era a monarca fêmea mais poderosa do mundo antigo. Ela se declarou faraó depois da morte de seu marido-irmão Tuthmosis II.


A rainha lendária, conhecida por brincar uma falsa barba, foi identificada graças a um dente quebrado. Uma caixa encontrada em seu sarcófago, com seu nome escrito, continha o pedaço do dente. Durante um exame feito com outras múmias, os cientistas fizeram os testes e concluíram que o pedaço de dente encaixava perfeitamente com o dente quebrado na boca Hatshepsut, conforme relatado no Daily Telegraph.

O canal de TV americano Discovery Channel descreve a múmia como “o achado mais importante no Vale dos Reis do Egito comparado apenas com a descoberta de Tutankhamun” em 1922.


Os "UFO`s" da lua podem ser vulcões


Os estranhos brilhos em forma de flashs, observados na lua durante séculos e tidos como equivalentes a “UFOs” lunares, são na verdade emissões de gases vulcânicas, conforme conclusão de cientistas.

Tais ocorrências lunares são transitórias e acontecem somente em áreas onde a lua arrota gás radiônio, sugerindo que os flashes poderiam ser o resultado da agitação de pó de origem vulcânica.

“Muitas pessoas acham isso uma loucura mas não, isto é ciência real. E esta explicação poderia ter sido dada a 30 anos atrás” disse Arlin Crotts Astrofísico da Universidade de Columbia para a revista Scientific American.

Estes estranhos brilhos na lua já são observados desde 1540, pelo menos e as distorções podem ser percebidas durante alguns minutos ou horas.


Mudada as regras para eleger sucessor do papa

Uma mudança para eleição do próximo Papa foi anunciada pelo Vaticano. A idéia partiu do Papa Bento XVI que preferiu retornar ao sistema antigo, que exige um terço dos cardeais, no conclave para eleição do novo Pontífice.

Em 1996, o Papa João Paulo II tinha reformado o processo de votação, que permitia que o sumo pontífice fosse eleito com a maioria absoluta. Agora, retorna ao processo anterior.

Outros destaques:
Cultura dos esquimós desaparecerá com o aquecimento global
Abandono escolar pode ser combatido com tecnologias


Paris Hilton sai da prisão mas continua em liberdade condicional até março de 2009

A loura bonita, rica, teimosa e negligente Paris Hilton volta para casa como um passarinho que sai de sua gaiola. Resta saber se depois de 23 dias na cadeia ela criou juízo.


Apesar de ter saído da prisão, hoje (26) ela continuará em liberdade condicional até março de 2009, podendo este tempo ser reduzido em até doze meses em troca de serviços para a comunidade.

Está sendo discutida a possibilidade de ela gravar um comercial para a televisão, mostrando os perigos de se dirigir sob a influência de álcool ou outras drogas.


Cultura dos esquimós desaparecerá com o aquecimento global

Uma imensa região ártica, abrangendo o Alaska, Groenlândia, Sibéria, Canadá e Escandinávia, é povoada por cerca de quatro milhões de pessoas, pertencentes a vários grupos indígenas. Os mais importantes são inuits ou esquimós, residentes no Alaska e Canadá e os saami, que habitam a Noruega, Suécia e Finlândia.

Os esquimós moram há mais de 6.000 anos no Ártico, vivendo da pesca, caça de focas e ursos, animais que moram no gelo e que estão se reduzindo em 15% a cada ano. Em conseqüência do aquecimento global, estes primitivos colonos poderão perder sua cultura nas próximas décadas.


A cientista norueguesa Grete K. Hovelsrud, em uma conferência, disse que quando o gelo se for, grande parte dos animais que moram nele se vão também. Citou que atualmente as camadas de gelo estão ficando cada vez mais finas e frágil e a atividade de pescas está se tornando bastante arriscada. Dificilmente os esquimós poderão manter suas tradições e conhecimentos, diante das conseqüências do aquecimento global.

Apesar deste cenário dantesco, há algumas alternativas que poderiam ser colocadas em prática e que poderiam reverter o quadro. Além disso, existem aqueles que faturam com esta situação, como falei no texto Aquecimenturismo uma nova forma de turismo que está surgindo no mundo.


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