Internautas autorizados a usar cenas de Guerra nas Estrelas para criar seu filme

O usuário do site “Star Wars” que tem boas idéias poderão criar seu próprio filme com os personagens da saga “Guerra nas Estrelas”. Para isso tem a sua disposição cenas, fotos e músicas oficiais do filme. Se quiser pode personalizar, inserindo algumas coisas suas.

Guerra nas Estrelas está completando trinta anos. Cenas com Darth Vader, Luke Skywalker e até Jar Jar Binks – entre outros personagens que apareceram na trilogia clássica e nos novos filmes – poderão ser usadas por qualquer internauta no site Star wars mashup.


Utilizando das ferramentas on-line do site o internauta poderá misturar, editar, colocar música e criar sua própria história usando os efeitos especiais e as milhares de cenas. Até a trilha sonora original, de John Williams, pode ser utilizada.
O primeiro passo para isso é entrar no site http://mashup.starwars.com/

O Brasileirinho


Parar de comprar azeite de palma, para salvar orangotangos

A continuidade da existência dos Orangotangos, em Jacarta, vai depender dos neozelandezes pararem de comprar produtos a base de aceite de palma. A afirmação foi do diretor do Programa de Convervação de Orangotangos, Dr. Peter Pratje.


Nesta foto, a orangotango Inah, com 11 anos de idade, brincando com seu filhote Chelin, de 1 ano, no zoológico de Jacarta, Indonésia.


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Violência faz metade das crianças brasileiras fugir de casa mais de uma vez

É impressionante o número de crianças que desaparecem da casa dos país ao sofrerem violência. Segundo matéria publicada pela Agência Brasil, escrita por Cleuber Nunes, com o título de “Metade das crianças desaparecidas sofreu violência em casa e fugiu mais de uma vez” este número pode chegar a 40 mil por ano! Deste índice, 25% dos casos são registrados apenas no estado de São Paulo.

Na capital paulista, a Secretaria de Segurança Pública e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) fundou Projeto Caminho de Volta, que criou um banco de DNA gratuito para auxiliar a Polícia Civil na localização dos desaparecidos.


Em entrevista ao programa Notícias da Manhã, da Rádio Nacional, a professora da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora do projeto, Gilka Jorge Figaro Gattas informou que 500 famílias já foram atendidas pela iniciativa e 60% dos casos foram resolvidos. Entretanto, ela lembrou que existe muita reincidência, pois a maioria dos desaparecimentos ocorrem por motivo de fuga.

“Em média, 50% dos desaparecimentos são reincidências de fugas. As crianças e adolescentes fogem muitas vezes por estarem em lares violentos, serem vítimas de maus tratos e até por curiosidade”, explica a pesquisadora da USP. Outras informações poderão ser obtidas pelo telefone (11) 3061-7589 ou na página da internet www.caminhodevolta.fm.usp.br.

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Formigas decidem qual é a melhor para servir de ponte em superfícies esburacadas

A maior parte das empresas modernas ensinam seus funcionários a trabalharem em equipe, coisa que as formigas já fazem, instintivamente, desde o início de sua existência. É uma lição para todos nós a forma usada por estes pequenos insetos para solucionar os problemas que vão surgindo.

Cientistas norte-americanos observaram um método particular empregado pelas formigas, quando estão andando por superfícies mal conservadas. Elas usam seus próprios corpos para cobrir os buracos e assim facilitar o passo das companheiras pela área.

Decidem qual delas é a melhor para cobrir o buraco com o corpo e por meio deste método cumprem seus objetivos. A observação foi publicada no “Animal Behaviour”, depois que uma equipe da Universidade de Bristol concluiu sua pesquisa com um grupo de formigas em um bosque do Panamá.

Segundo a observação dos cientistas, as formigas chegam a se transformar em “uma superfície viva”, como chamou o pesquisador Powell. Elas ficam horas no lugar, servindo de ponte para as outras passarem, ainda que milhares transitem, por cima destas “heroínas” durante o trabalho.

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O maior ovo junto com o menor ovo do mundo

O Dr. Dietrich Heidecke, do Instituto de Zoología da Universidade Martin Luther em Halle/Saale, Alemanha, compara um dos menores ovos de pássado do mundo colocando perto da casca de um dos maiores ovos do mundo.

O menor é o do colibri de 13 x 7,5mm e o maior é a casca de um ovo de avestruz medindo 31 x 23 cm.


O avestruz de Madagascar morreu entre 300 e 400 anos no passado e a casca de seu ovo pertence a Universidade do lugar.


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Saber sua origem gratuitamente

Esta é interessante mesmo. Se você tem curiosidade para saber de onde vieram seus ancestrais, se sua família tem várias “misturas” coisa comum no Brasil, quanto tem de ancestralidade européia, africana e ameríndia ou saber de que lugar na África ou Europa veio seus parentes, surge uma oportunidade.


A BBC já fez o teste com nove brasileiros famosos, mas vai oferecer a um leitor comum, de qualquer etnia, mas brasileiro residente no país, a oportunidade de fazer um exame de DNA, que indiquem a origem geográfica de seus ancestrais.

Regulamento e inscrição é só clicar aqui.

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Morreu a siamesa Lorrayne

No ano de 1999, o Brasil ficou comovido com a história de Lorrayne Gonçalves Canidé e sua irmã Larisa. As duas nasceram unidas pelo abdômen e pela pelve e foram separadas um ano depois. O rim, estômago, bexiga, intestino grosso, uretra, vagina e ânus eram usados pelas duas, um caso raro na medicina.

A cirurgia de separação aconteceu no Hospital Materno Infantil de Goiânia e foi a primeira do tipo realizada em Goiás e a terceira no Brasil. As chances de sobrevivência para elas eram mínimas, apenas 50%.

A primeira a deixar o centro cirúrgico foi Larrissa. Com a separação, a menina ficou com intestino normal, bexiga, útero, ovário, ânus, vagina e uretra. Ela ficou com a maior parte dos órgãos porque os médicos acreditavam que ela tinha mais chances de sobreviver.

Lorrayne ficou com a bexiga logo abaixo da pelve. Como ficou sem ânus, teve o intestino esteriorizado por uma abertura no abdome. Cada uma passou a ter uma perna. Elas nasceram com três, mas essa terceira foi usada para compor a parte posterior de Lorrayne.

Mesmo sem ter uma perna, Larissa teve uma infância normal. Freqüenta a escola e ajudava a cuidar da irmã gêmea. Lorrayne, que tinha paralisia cerebral, sempre teve a saúde mais frágil. Nos últimos meses, ela apresentava problemas respiratórios. Ela não estudava devido aos problemas de saúde. A menina morreu no sábado (26) enquanto dormia.

Lorrayne foi enterrada na manhã, domingo, dia 27 de maio, em Nova Veneza, a 42 Km de Goiânia.

Fonte: G1

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A Arca de Noé do Greenpeace

Todos sabemos da importância do Greenpeace na defesa da natureza. Muitos membros desta entidade arriscam suas próprias vidas na busca de um mundo onde possamos viver melhor. Agora a entidade internacional está construindo uma Arca de Noé, no monte Ararat, para chamar a atenção dos governos mundiais sobre a perda da biodiversidade que está acontecendo no mundo.


Milhares de espécies animal e vegetal já desapareceram. Muitas outras estão em fase de extinção.

Parabéns para o Greenpeace.

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Cientistas descobrem que dinossauros além de voar sabiam nadar

Esta notícia é interessante, porque é uma informação nova acerca do mundo dos dinossauros. O que todos sabiam, até o momento, é que eles eram capazes de voar, porém os cientistas descobriram, recentemente, que eles também podiam nadar com desenvoltura.

Uma equipe de pesquisadores encontraram doze rastros de um mesmo dinossauro. Segundo a revista Geology, da Sociedade Americana de Geologia, este dinossauro era voador e os rastros deixados por ele eram idênticos aos que foram encontrados no fundo de uma lagoa, nos arredores onde vivia.


O rastro revelador forma seis pares assimétricos de arranhões a um ponto médio de 50 centímetros de longitude, por 15 de largura. O espaço entre eles sugere que o dinossauro dava passos a um intervalo entre 2,43 e 2,71 metros, a uma profundidade de uns 3,2 metros dentro da lagoa, como indicam os sedimentos.

A matéria original foi escrita por Rosa M. Tristan e publicada em espanhol, no jornal El Mundo.

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Bebês de 4 a 6 meses distinguem os idiomas através de gestos

Uma equipe de neurocientistas submeteu um grupo de bebês a uma experiência muito curiosa e chegaram a conclusão que bebês de quatro a seis meses distinguem os idiomas por gestos.

Os cientistas da Britsh Columbia, em Vancouver, no Canadar, dirigidos por Whitney M. Weikum, juntamente com pesquisadores espanhois da Universidade de Barcelona e do Institut Català de Recerca i Estudis Avancats (ICREA) fizeram a experiência interessante com um grupo de 36 bebês.

Mostraram para os bebês vídeos silenciosos em dois idiomas com frases em inglês e em francês. A cena,exibida em no máximo 16 segundos, era interrompida quando o bebê deixava de prestar atenção por mais de dois segundos. Cada vídeo tinha uma cena de uma pessoa citando uma única frase do livro O Aprendiz.

bebê participante da experiência
O resultado da pesquisa foi que bebês entre quatro e seis meses só podem diferenciar uma língua da outra com estímulos visuais e que esta habilidade diminui apartir dos oito meses.

De seis a oito meses, o bebê está assimilando informações e moldando seu cérebro para compreender a língua que falará no futuro e usará como sua.

O interessante é que os bebês bilingues conservam esta capacidade para distinguir idiomas por gestos, quando superam os oito meses de idade.

Para ler o artigo original, completo, em espanhol, clique aqui.

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